quarta-feira, 11 de junho de 2008

Nibiru: O Décimo Segundo Planeta

Os sumérios descreviam nosso sistema solar como um conjunto de 12 corpos celestes significativos. Na linguagem zodiacal, estes astros são todos chamados"planetas", embora, entre eles, os antigos incluíssem a Lua e o Sol. Isso significa que os mesopotâmicos, não
somente possuíam um inexplicável conhecimento astronômico; eles também afirmavam a existência de planetas que somente a ciência contemporânea pôde reconhecer, como o longínquo Plutão, hoje destituído de seu status planetário; os miteriosos Urano e Saturno e o até hoje desconhecido porém procurado 12º planeta, este que os sumérios denominavam Nibiru. Ora, se os sumérios, há 6 mil anos, estavam corretos em relação aos nove planetas reconhecidos hoje porque não poderiam estar, igualmente corretos, em relação a Nibiru? Meditemos...

DIREITA: Ut’napishtim, o Noé da Suméria, resgata Gilgamesh do meio dos oceanos durante o Dilúvio provocado pelos Anunnaki.

Há seis mil anos atrás, os Sumérios conheceram um planeta chamado Nibiru. Era o planeta de origem de um povo descrito pelos antigos como "raça de deuses". Os nativos de Nibiru visitaram a Terra no passado influenciando decisivamente a cultura humana. Artefatos e tabuletas cuneiformes de argila e pedra encontradas no Iraque referem-se claramente a um planeta de onde vieram viajantes cósmicos.

A herança deste remotos alienígenas aparece na avançada tecnologia dos sumérios e de outros povos ao redor do mundo. Muitas relíquias não são acessíveis ao público que, assim, desconhece essa face da mitologia mesopotâmica. No caso dos sumérios, sua cultura é a mais antiga do Ocidente. Entretanto, seu sistema matemático e o calendário permanecem
atuais.

Aos poucos, a pesquisa sobre Nibiru começa a aparecer, ainda que o planeta seja chamado por outros nomes, como , 12º planeta ou "planeta da cruz" (Planet of the crossing). Os sumérios tinham doze corpos celestes em seu zodíaco, contando o sol e a lua e mais DEZ Planetas
que, afirmavam, pertencem ao nosso sistema solar.

Hoje os cientistas estão procurando este planeta misterioso nos confins do espaço; a NASA se empenha nessa pesquisa e os especialistas investigam porque já têm certeza de que o "Planeta X" existe. Observado há milhares de anos passados, Nibiru não é visto nos céus contemporâneos. Isso acontece porque a órbita do 10º planeta (12º astro dos sumérios) é uma elíptica extremamente alongada. Durante milênios, o globo se mantém longe do sol e da vista dos terráqueos, muito além da órbita de Plutão.

Os viajantes de Nibiru que chegaram à Terra são chamados Anunnaki e foram considerados deuses. A tradição conta que os Anunnaki possuíam "servos" que eram "seres andróides". Não eram seres vivos mas agiam como se fossem.


Zecharia Sitchin

Zecharia Sitchin é lingüista, perito em escrita cuneiforme (suméria) e em muitas outras linguagens antigas. Em 1976, publicou The Tewlfht Planet e assim começou sua trajetória transformadora da pesquisa da história antiga. Em 1993, lançou seu sexto livro, parte da série de Earth Chronicles (Crônicas da Terra) - When Time Began. Este último livro fala das relações entre o complexo calendário de Stonehenge, as ruínas de Tiahuanacu, no Peru, a antiga cultura suméria e, por extensão, a conexão desses monumentos antigos com os Anunnaki. Sitchin
defende que os Anunnaki não são uma alegoria ou criação fabulosa dos sumérios; antes, são seres humanóides que habitam o misterioso planeta Nibiru.

A órbita excêntrica, extensa de Nibiru, faz com que o planeta passe milênios totalmente invisível à observação no centro do sistema solar. Zecharia Sitchin acredita que quando a posição de Nibiru é favorável, ciclicamente, os Anunnaki - habitantes de Nibiru - visitam a Terra e interferem no curso da história humana. O ano de Nibiru corresponde a 3 mil e 600 anos terrenos, período regular de intervalo entre as visitas dos Anunnaki.

Sitchin já decifrou mais de dois mil cilindros e fragmentos de cerâmica com inscrições da Mesopotâmia, alguns de 4.000 a.C., que fazem parte do acervo de museus de todo o mundo. Um desses fragmentos, que se encontra na Alemanha, indica que a Terra é o "sétimo planeta",
contando a partir de Plutão. Ocorre que Plutão somente foi descoberto pela astronomia moderna no início do século XX. Como os sumérios poderiam saber de tal coisa?

O lingüísta acredita que, na antiguidade, seres extraterrenos conviveram com antigos mesopotâmicos e foram os "instrutores", os deuses da humanidade dos primeiros tempos históricos (pós-advento da escrita). Comparando as mitologias da Criação de diferentes culturas, verifica-se a coincidência dos mitos, que são recorrentes nas referências a uma "colonização" ou instrução das primeiras nações humanas por seres superiores, que vieram do espaço e se encarregam de ensinar aos homens primitivos as "artes" que caracterizam as
civilizações.

Sempre buscando a identidade desses "instrutores celestes", Sitchin começou sua jornada pelo mundo das cidades antigas e dos grandes impérios do passado. Uma de suas conclusões mais significativas afirma a existência, em Marte, de uma estrutura alienígena, artificial, de
forma piramidal, situada na região denominada Cydonia. Essa pirâmide não é a única; sua distância em relação a outra estrutura semelhante é proporcionalmente idêntica à distância que existe entre a Esfinge e as pirâmides do Egito.

Essas relações entre pirâmides podem significar que elas servem como marcos topográficos para viajantes celestes, como os Annunaki, tanto na Terra quanto em Marte. Sitchin acredita que as pirâmides de Gizé não foram um realização dos egípicios. Em 1993 foi divulgada a
descoberta de que a Esfinge é dois mil anos anos antiga do que se pensava, o que reforça a teoria de Sitchin.


O Buraco de Saddam

Polêmico, Sitchin fundamenta suas teorias em rigorosas traduções dos textos sumérios, escrituras Védicas (indianas) e textos originais da Bíblia escritos em hebraico e grego. O local, na Terra, de chegada ou aterrisagem dos Annunaki é uma região chamada Eridu, sul do Iraque. A dificuldade de captura de Saddam Hussein decorreu do fato de que seu esconderijo, o "buraco" onde foi encontrado o ditador, é parte de uma pirâmide construída na antigüidade e desconhecida dos arqueólogos que trabalham naquele país.


O Céu do Hemisfério Sul

A NASA localizou uma maciço e negro objeto cósmico nos céus do hemisfério sul, fato que pode justificar a recente reativação de telescópios na Argentina e no Chile. Sitchin, que visitou vários observatórios astronômicos da antigüidade, constatou que todos privilegiam a visão do quadrante sul e também estão localizados na mesma latitude da Terra.

Muitos desses observatórios permitem medir com exatidão o nascer do sol e da lua. É possível que esse notável interesse pelo céu tenha sido motivado pela expectativa de um retorno desses alenígenas que foram, no passado, considerados criadores e instrutores da raça
humana.

A tradução do alfabeto cuneiforme, da Mesopotâmia, para o alfabeto atual, invenção atribuída aos fenícios.


Os Anunnaki
por Jason Martel
tradução: Mahajah!ck

Anunnaki: na língua suméria significa "Aqueles que desceram dos céus"; para os hebreus eram Nefilim, Elohim; em egípcio, Neter. Descobertas arqueológicas e artefatos recolhidos nos últimos duzentos anos são o fundamento da teoria de que uma avançada civilização proveniente de um planeta distante, porém pertencente ao sistema solar do qual a Terra
faz parte, chegou ao golfo Pérsico a cerca de 432 mil anos atrás; eram os Anunnaki. Os visitantes estelares colonizaram a Terra com o propósito de obter grandes quantidades de ouro. Sua mão-de-obra foi arrebanhada entre os humanos primitivos, que foram manipulados
geneticamente.

Há 250 mil anos, o sistema de colonização alienígena começou a decair; os operários das minas (terráqueos) começaram a se rebelar contra as condições de trabalho e os Anunnaki, então, decidiram criar um ser que pudesse substituir os humanos primitivos. O experimento de engenharia genética teve de ser refeito. Enki, cientista genético e Ninhursag, chefe de medicina, criaram híbridos usando material do homo erectus, de animais e dos próprios Anunnaki. O resultado foi o homo sapiens, que veio ao mundo para ser escravo! Os primeiros homens, sendo híbridos, não se reproduziam. Novos ajustes foram feitos e, assim, a espécie pôde procriar.

Quando os sapiens tornaram-se muito numerosos, parte deles era expulsa das cidades Anunnaki e, assim, gradualmente espalharam-se no planeta. Mas as criaturas surpreenderam os criadores: eram belos e se desenvolviam muito bem. Algumas fêmeas começaram a servir de parceiras
sexuais para os colonizadores. Essas uniões eram férteis, produziam prole. Era uma situação inaceitável para a maioria dos Anunnaki que decidiram exterminar a população colonizada - a humanidade - provocando uma colossal inundação em época próxima à reentrada de Nibiru nas proximidades da órbita da terra. Esse dilúvio aconteceu há cerca de 12 mil anos atrás.

Muitos humanos foram salvos por Enki, que simpatizava com aqueles que ele mesmo havia criado. Por milhares de anos, homens e mulheres foram escravos e soldados. Os Anunnaki usavam seus servos nas guerras que travaram entre si, na construção de palácios e cidades, em instalações astronômicas situadas em todos os continentes. Eles ocuparam não somente a Mesopotâmia, mas também o Egito, a Índia, as Américas. Por isso os sinais de sua presença são encontrados em todo o mundo.

Seis mil anos depois do dilúvio, os Anunnaki que aqui permaneceram resolveram que era hora de deixar o planeta e, gradualmente, conduziram a raça humana à independência, introduzindo um sistema sociopolítico fortemente hierarquizado. Linhagens de reis foram
estabelecidas, possivelmente considerando a descendência dos Anunnaki: eram os "Iniciados", versados em ciências como matemática e astronomia, conhecedores de técnicas de medicina, arquitetura e engenharia. Dinastias cuja continuidade era feita por meio "colégios"
- os "colégios dos mistérios".


A Evidência Astronômica

A prova definitiva da veracidade da tradição suméria seria o reconhecimento científico de um décimo planeta (ou 12º astro) no sistema solar, ou seja, a "descoberta" de Nibiru com tamanho, órbita e outras características descritas nos registros da Mesopotâmia.

Plutão foi descoberto em 1930 e Caronte, sua lua, em 1978. A análise de Plutão mostra que determinadas peculiaridades da órbita deste planeta e também das órbitas de Urano e Netuno somente podem ser explicadas pela existência de um planeta desconhecido que deve ser bem
maior que Plutão e mesmo a Terra.

Entre 1983 e 1984, o IRAS - Infrared Astronomical Satellite produziu observações relacionadas a um décimo planeta. Em 1992 novas descobertas foram publicizadas sobre um planeta a mais no sistema, denominado "intruder - "planeta intruso". Os cientistas começaram, então, a confrontar os dados da astronomia com as traduções de Zecharia Sitchin, em especial, a tradução do documento Enuma Elish, que contém a história da formação deste sistema solar. São anais muito antigos que falam de um planeta do tamanho de Urano chamado Tiamat,
cuja órbita passa entre Marte e Júpiter.

O grande planeta Nibiru foi capturado pela força gravitacional do sistema solar e sua entrada no conjunto causou anomalias nas luas dos outros planetas. Nibiru colidiu com Tiamat e enormes fragmentos entraram na órbita da Terra. Um desses fragmentos veio a ser a Lua.

O interesse de antigos e contemporâneos por Nibiru decorre de uma questão muito prática. Os relatos arqueológicos são claros: a passagem deste planeta a cada 3 mil e 600 anos nas proximidades da Terra produz efeitos sensíveis na realidade ambiental; catástrofes são
desencadeadas. A passagem de Nibiru é, possivelmente, a causa da mudança nos pólos da Terra, dos regimes da marés, dos padrões climáticos, dos desvios da órbita e choque com asteróides que são arrastados pelo "intruso". Nibiru pode ter provocado, por exemplo, a
extinção da vida em Marte ou o fim da época dos dinossauros.


MISTÉRIO DE TIAMAT: O OUTRO NOME DA TERRA

Há 500 mil anos atrás o planeta Terra não se chamava "Terra". O nome "Terra", do grego gaia, é uma inovação recente. Seu nome mais antigo é Tiamat. Era um lugar completamente diferente do que é hoje e localizava-se no espaço em outra posição, mais distante do sol, entre Marte e Júpiter. Marte, que ficava mais perto do sol era, então, completamente habitável, com um clima temperado e água abundante em estado líquido. Este fato, embora não divulgado, já foi amplamente verificado pela NASA e outros grupos científicos.

Tiamat estava mais próximo da estrela Sírius (ou Sothis, como a chamavam os antigos egípcios). O sistema planetário de Sírios e o sistema da estrela que chamada Sol eram parte de um mesmo e único sistema maior, parte de uma unidade cósmica. Os dois sistemas ainda
são gravitacionalmente conexos com um terceiro sistema, outro fato que começa a ganhar espaço nos meios científicos.

O "Sistema Regional de Sírius" evoluciona em torno de um sol central chamado Alcyone, estrela situada na constelação das Pleiades ou "Quadrante das Pleiades". O conjunto Sol-Sírius-Alcyone descreve uma órbita ao redor do centro da galáxia (Via Lactea) em direção da estrela de Sagitário. Todo o movimento orbital do megasistema tem uma duração de 200 milhões de anos. Este grande ciclo deve completar uma revolução em 21 de dezembro de 2012, data prevista pelos maias para a deflagração de uma catástrofe mundial apocalíptica.

FONTE: SOLÀRION, Robertino. A Brief History Of Planet X Nibiru, 2003.
IN APOLLONIUS.NET


A Evidência Tecnológica

Há muito tempo escavações arqueológicas têm trazido à luz artefatos, ferramentas, máquinas e registros que surpreendem, pelo seu avanço, as expectativas dos estudiosos. São objetos inexplicáveis para a ciência histórica acadêmica. No deserto do Iraque foram encontradas baterias de argila com eletrodos datadas em 2 mil e 500 anos antes de Cristo; em uma pirâmide funerária, havia um modelo de aeroplano perfeitamente funcional.

Mais recentemente, a redescobeta de ouro monoatômico em sítios arqueológicos do Oriente Médio veio reforçar a crença em civilizações do passado altamente sofisticadas. As substâncias monoatômicas são supercondutoras de energia em temperatura ambiente e possuem
propriedades anti-gravitacionais. Somente nos últimos anos o ouro monoatômico tem sido investigado pela física. Arqueologicamente, entretanto, o ouro monoatômico mesopotâmico é conhecido desde 1889, quando sir Flinders Petrie demonstrou que o material era produzido há 3 mil anos atrás.


A Evidência Documental

O registro histórico documentado da existência e das realizções dos Anunnaki começaram a aparecer desde os primeiros anos do século XIX. A escavação de antigos sítios arqueológicos mesopotâmicos revelaram uma avançada civilização Suméria. Milhares de lâminas de argila contêm escrituras relacionadas não somente com às questões do cotidiano, como o comércio, os casamentos, as ações militares e sistema de cálculos astronômicos; as tábuas cuneiformes também falam dos Anunnaki.

Fica evidente que os sumérios sabiam perfeitamente que aqueles aliens eram criaturas vivas, de "carne e osso". A Biblioteca de Assurbanipal, apesar de ter sofrido um incêndio, não perdeu nada de seus documentos feitos de argila, resistente ao fogo. Assim, foram preservadas 400
tabuletas cuneiformes que contêm a história dos tempos arcaicos, sem falhas; uma espécie de "cápsula do tempo" feita de barro cozido. São estes documentos que contam a saga dos Anunnaki.


A Evidência Genética

Os registros sumérios localizam o laboratório, onde os Anunnaki criaram o homo sapiens na região leste da África Central, próximo às minas de ouro. É uma área que coincide com o lugar onde foi encontrado o mais antigo DNA mitocondrial, pertencente ao fóssil que ficou conhecido como Lucy. Os arqueólogos também encontraram ruínas de minas de ouro de 100 mil anos. Os documentos descrevem, ainda, os avanços da engenharia genética. O rápido progresso da espécie humana sapiens, que chega a Marte apenas 250 mil anos depois de começar a realmente "sair das cavernas" é notavelmente anômalo diante dos milhões de anos que foram necessários para consolidar os membros mais antigos do nicho dos homo erectus

FONTE
Giants Upon the Earth - por Jason Martell, ANCIENT-X - acessado
09/01/2007
Planet X: Past and Present - ANCIENT-X - acessado 09/01/2007
Zecharia Sitchin - ANCIENT-X - acessado 09/01/2007

tradução: Ligia Cabús

O fim do mundo e a Bíblia

"Guerras, Anticristo e Apocalipse":

Convém, no entanto, antes de continuar, deixar esclarecido que é
apreciada certa confusão entre as expressões bíblicas "fim do mundo" e
"últimos tempos". Parece que entre estes e aquele haverá uma grande
época de paz, na qual Jesus Cristo reinará de um confim a outro da
Terra, após sua segunda vinda, e que todos seus inimigos ancestrais
cairão a seus pés.

A este respeito escreveu São Jerônimo que "não veremos outros céus e
outra terra, mas os velhos e os antigos mudados para melhores".
Garantem esta opinião inúmeras citações dos profetas, especialmente
Isaías e Sofonias, cujos textos não admitem outra interpretação.
Assim, Isaías (66,15) disse: "... porque vai Yahvé exercer o juízo com
fogo e com a espada a toda carne, e serão muitos os que perecerão pela
mão de Yahvé... Muitas serão as vítimas de Yahvé... lhes darei um
sinal e mandarei a alguns dos sobreviventes para que publiquem minha
glória... E ao sair poderão ver os cadáveres dos homens que se
rebelaram contra mim e serão horror para todo mortal". E Sofonias
ameaça com os seguintes termos (I, 14-17): "Próximo está o grande dia
de Yahvé, próximo e chega velozmente. Já se ouve o ruído do dia de
Yahvé e até o valente dará gritos de espanto! Dia de ira será aquele
dia, dia de tribulações e de angústia, dia de calamidade, e de
miséria, dia de trevas, de escuridão, dia de nuvens e de espessos
aguaceiros, dia de trombetas e de alarmes contra as cidades
fortificadas e os altos torreões. Eu incutirei angústias aos homens e
eles caminharão como cegos, porque pecaram contra Yahvé, seu sangue
será derramado como pó e sua carne atirada como excremento...". E
acrescenta Isaías (24, 1-6): "Por isso a maldição devora a Terra e
restará somente um pequeno número".


"Ouvireis falar de guerras..." :

Parece claro que não vamos todos perecer nesta apoteose final. Uma
parte da humanidade permanecerá com vida, purificada para viver em um
mundo de paz em louvor a Deus. Talvez seja Zacarias quem mais se
comprometa ao dar uma magnitude de catástrofe, assegurando que "de
três partes de Terra, duas desaparecerão por completo".

São Mateus (24, 1-13) nos refere uma passagem de Jesus na qual
responde para quem será o sinal do fim do mundo e quando deverá
acontecer: "Cuidado que ninguém os engane. Ouvireis falar de guerras e
rumores de guerras; não os alarmeis, porque é preciso que isso
aconteça, porém não será ainda o fim. Pois se levantará povo contra
povo e reino contra reino; haverá fome e terremotos em diversos
lugares, mas tudo isso será somente o princípio das dores".


Uma visão profética da história:

O profeta Daniel nos concede uma explicação das distintas etapas que
deverão preceder ao fim de nossos dias: "... quatro bestas enormes,
diversas uma da outra, saiam do mar. A primeira era como um leão com
asas de águia. Eu estava olhando e vi que lhe arrancaram as asas, a
levantaram da terra e a incorporaram como um homem e lhe deram um
coração humano. Depois desta, apareceu outra besta, a segunda,
semelhante a um urso; ia levantada de um lado, e tinha três costelas
nas fauces entre seus dentes e lhe dizia: "Eia, devora muita carne"
Depois vi outra besta, como um leopardo com quatro asas de ave em seu
dorso; tinha também quatro cabeças e lhe foi dado o poder. Em seguida
vi uma quarta besta terrível, espantosa, extraordinariamente forte.
Tinha enormes dentes de ferro, comia e triturava e o restante
pisoteava com suas patas".

Cada uma destas quatro bestas da visão do profeta Daniel correspondem
sucessivamente, ao imperialismo alemão de Bismarck e Hitler; ao
comunismo russo e sua expansão, cujo símbolo é o urso na profecia; o
império inglês, cujo símbolo é o leopardo, e finalmente, com o
apareci
mento da quarta besta, a mais monstruosa, prevê Danielde alguma
conflagração mundial, ou um grupo de nações aliadas, que poderiam ser,
por exemplo, os Estados Unidos, o mundo comunista, a OTAN, etc. Este
tipo de agrupamento de nações, desde logo com fins bélicos e de
destruição, e muito poderosa supõe aultima etapa de que se produza o
fim dos tempos.


O apocalipse segundo São João:

Inicia este livro revelado ao apóstolo São João com as cartas enviadas
a sete igrejas, que os experts reputam dirigida todas elas à mesma,
porém em diferentes etapas das história, que concordam perfeitamente
com seu conteúdo. A primeira vai dirigida a Efeso, que significa
ímpeto, e faz referência à inicial expansão do evangelho. A seguinte,
a Esmirna, amargura, indica a época das grandes perseguições. A
terceira foi remetida à Igreja de Pérgamo e corresponde à etapa de
enriquecimento de conhecimentos e florescimento do panorama religioso.
A quarta vai dirigida a Tiatira, triunfo, e abrange a mais brilhante
trajetória do cristianismo, desde o Sacro Império romano, até a
Revolução Francesa. Em seguida, contempla um período de acumulação de
riquezas, que coincide com a missiva remetida à igreja de Sardes, onde
reinou Creso. A falta de religiosidade vai sendo imposta entre os
homens devido ao pouco crédito que merecem os ministros da Igreja,
como é refletido na carta dirigida a Filadelfia, que quer dizer amor
entre irmãos. Somente falta por cumprir-se o conteúdo da sétima, a
Laodicea, juízo de Deus, o qual sem lugar a dúvidas significa um
próximo final.


Satanás anda solto:

Posteriormente São João nos revela a vinda de Satanás ao mundo após
ter estado "encadeado mil anos", frase que deu origem à teoria
milenarista e na qual, ao estar repetida duas vezes, todavia se apoiam
os que pensam que o planeta não passará o ano 2.000. Parece evidente
que o Diabo assentou-se na Terra, ou ao menos isso dizem os teólogos e
demais estudiosos do tema. Se bem que ainda não temos provas da
chegada do Anticristo, tão anunciada como princípio do fim, não existe
dúvida do relaxamento da moral, a falta de religiosidade, a escalada
de conflitos, o florescimento de novas seitas religiosas e um acúmulo
de circunstâncias que normalmente são associadas a uma influência
predominantemente satânica, entre as quais também caberia destacar a
cada vez mais proliferante aparição de falsos profetas e enganadores.


O reinado do anticristo:

Aparentemente, tanto o profeta Daniel, como 3 Apocalipse se colocam de
acordo em conceder um período de reinado sobre a Terra ao Anticristo
de três anos e meio, o que nos leva a pensar que não se trata de uma
idéia mais ou menos contrária a Igreja, como o comunismo, que
indubitavelmente já leva muitos anos em vigência.

Por último, São João nos relata a chegada de sete anjos, enviados por
Deus, que vêm derramar os sete cálices de sua ira em forma de
enfermidades, pragas terrestres e marinhas, colisões planetárias,
guerras e um sem fim de calamidades, que, no entanto, não deviam de
ter comparação com a última delas e' que o mesmo céu lhe ordena
silenciar presumivelmente pela magnitude de seu horror.

Uma leitura detida do Apocalipse nos traria a mente mais e mais
detalhes da proximidade do fim de nosso mundo, que nós preferimos
omitir, por ser a maioria deles repetições de calamidades e
destruições que já ficaram suficientemente referidas. Nem todos os
homens perecerão no fim dos tempos, mas a Terra ficará tão devastada e
tão vazia de animais e de vida, que os poucos sobreviventes que, como
escreveu São João, "buscarão a morte, porém não a encontrarão", terão
que começar novamente a reconstrução da própria espécie e a evolução
de uma cultura distinta que, ao final, talvez fatalmente, conduza ao
mesmo aniquilamento. Voltarão a ser cultivados os campos, e isto é
também profético, os desertos serao pomares, a existência será
possivelmente mais longa e mais feliz, até que chegue, de uma maneira
inexorável, o Juízo Final.


O que dizem os videntes:

A maioria dos videntes costuma ser pessoas religiosas que em meio de
um êxtase místico contemplam um "flash" que posteriormente traduzem em
palavras. Cada vez são mais freqüentes as aparições marianas que ou
oralmente ou mediante imagens transmitem uma mensagem de desassossego
anunciando uma grande catástrofe prévia à destruição total, precedida
da vinda de Cristo e seguida a curto ou longo prazo do Juízo Final.

Fala-se de um sinal, geralmente a cruz, que aparecerá nos céus,
segundo a religiosa polaca Faustina Kowalska, que já havia predito com
exatidão o começo da segunda guerra mundial oito anos antes de que
ocorresse; ou a estigmatizada Teresa Neumann, famosa alemã profetizou
o fim das desventuras econômicas do povo alemão, e que também nos fala
de sinais no céu antes do que, para ela, será um juízo final em
miniatura. Curiosos sinais nos apresenta São Vicente Ferrer, para quem
os fenômenos celestes virão acompanhados de modo que não permitam
distinguir os homens das mulheres. Se nos basearmos em sua profecia, o
fim do mundo pode acontecer em qualquer instante.


Uma estrela cairá do céu:

Porém, além dos sinais, que para a maioria dos humanos devem passar
inadvertidos, o verdadeiramente aterrador é o que virá depois. Das
aparições de Garabandal se desprende que "cairá do céu uma grande
estrela ardente como uma chama" Quase o mesno nos augurava a norte-
americana Veronica Lucken referindo-se a uma "grande bola de
redenção", parecida com um sol e igualmente abrasadora que se há de
precipitar sobre a terra, como um dos cometas que poderão entrar em
colisão nos próximos anos se Deus não o remediar. Nos transmite uma
mensagem que fala de cidades ardendo, falta de oxigênio, tremores de
terra, grandes marejadas, ventos com a força de um furacão,
enfermidades em plantas e animais, guerras e revoluções como as que se
referia a vulnerável Magdalena Porsat, falecida em 1843.


Anticristo:

Anticristo ( "opositor à Cristo") é uma denominação comum no Novo
Testamento para designar aqueles que se oponham à Jesus Cristo, e
também designa um personagem escatológico, que segundo a tradição
cristã dominará o mundo nos últimos dias antes que haja a segunda
vinda de Cristo.

O termo anticristo ocorre apenas quatro vezes na Bíblia, todas elas
nas cartas do apóstolo João. As passagens são 1 João 2:18 , 2:22 , 4:3
e 2 João 1:7, onde o termo anticristo é definido como um "espírito de
oposição" aos ensinamentos de Cristo. O Cristianismo crê, no entanto,
que este "espírito" seja uma personificação de um "messias demoniaco"
que virá nos últimos dias. Por essa razão, os cristãos crêem que este
anti-cristo é descrito em outros textos, tais como o livro de Daniel,
as cartas de Paulo (como "o homem do pecado") e o Livro da Revelação
como a "Besta que domina o mundo". Para a Igreja Católica tal Besta
chegou a ser personificada através do imperador romano Nero.

Ao longo da história, diversas correntes cristãs acusaram-se entre si
ou atribuíram aos seus inimigos a designação de "anticristos", sendo
exemplos de utilização de tais argumentos, a utilização pela apoiantes
ou opositores da Reforma Protestante, durante o Cisma Papal, nas
cruzadas (como referência ao profeta Maomé) e em diversos outros
acontecimentos.

Atualmente, o termo é bastante popular sobretudo no meio cristão
evangélico, que crê no nascimento do Anticristo como uma pessoa que se
oporá aos mandamentos da Bíblia e organizará uma sociedade baseada em
valores outrora atribuídos ao paganismo, onde todos os cidadãos
poderão ser controlados através de uma marca na mão ou na testa à
semelhança da marca que os romanos impunham sobre seus escravos. A
maioria dos evangélicos que crêem neste ensino, no entanto, creem que
não sofrerão nas mãos deste Anticristo uma vez que terão sido
arrebatados. Este Anticristo, por fim, seria derrotado por Cristo em
sua segunda vinda, quando se estabelecer seu reinado milenar.

Outros observadores consideram também que o termo Anticristo poderá
estar ligado aos modernos movimentos satânicos.

A Cronologia papal de São Malaquias

Malaquias é um dos santos irlandeses que goza de maior popularidade. Nasceu em Armagh, de onde foi arcebispo, em 1094, e morreu em Claraval em 1148. Já em vida gozou de merecida fama como profeta e adivinho, se acreditamos em São Bernardo, amigo pessoal e biógrafo do santo, quem no entanto esqueceu de mencionar entre suas obras a célebre profecia dos papas que agora nos ocupamos.

Esta aparece em finais do século XVI, atribuída a São Malaquias, em um livro de Arnaldo de Wion, a quem muitos atribuem sua paternidade. Seja devida a um ou outro autor o caso é que aqui está e seus acertos surpreendem. A profecia consiste em uma lista de papas, o último dos quais reinará quando for produzido o fim do mundo. As referências e dados que proporciona com relação a cada um deles coincidem surpreendentemente com a realidade.


Os últimos papas:

Nos levaria páginas dar uma lista completa dos 112 papas que aparecem na lista desde Celestino II, proclamado em 1143, a quem São Malaquias chama ex castro tiberis, até o definitivo Pedro o Romano. Os estudos realizados revelam que as referências sempre tinham relação com o escudo, família, lugar de nascimento ou fatos mais importantes do pontificado. A única dúvida que nos assalta é se os pas, conhecedores da lista, não ajustaram seus escudos e obras ao que deles se esperava.


Vejamos o que nos disse a profecia acerca dos últimos papas:

Pio XI (1922): Fides intrepida (Fé intrépida). Condenou o comunismo e o nazismo com enorme valentia. Propagou a fé através das missões, A Ação Católica e as concordatas.

Pio XII (1939): Pastor angelicus (Pastor angélico). Tinha um caráter aprazível e amável que lhe conferia um atrativo especial. Pertenceu à família Pacelli (pacificador).

João XXIII (1958): Pastor et nauta (Pastor ziguador). e navegante). Era cardeal de Veneza (cidade flutuante), preparou o Concílio Vaticano II e foi o condutor da união das duas igrejas, grega e latina.

Paulo VI (1963): Flos florum (Flor das flores). Em seu escudo havia três flores-de-lis, considerada como a rainha das flores. Em seu pontificado floresce a fé católica.

João Paulo I (1978): De meditate lunae (Da metade ou centro da lua). Breve pontificado.

João Paulo II (1978): De Labori solis (Do trabalho do Sol). Ativo e empreendedor que dará novos ares à Igreja. Importa descrever que Nostradamus o nomina Pol Man-sol.

De gloria olivae (Da glória da oliveira). Seguinte papa.

Petrus romanus (Pedro o romano). O último pontífice. O fim está próximo

Como se vê, o fim está próximo: faltam somente três papas contando o que atualmente ocupa o sólio pontífice. A média de vida dos papas desde o ano em que começou a profecia é de pouco mais de sete anos. Acaba de começar o pontificado do papa que corresponde ao lema 110, "De labore solis", João Paulo II. Restam, portanto, para concluir a lista e para o fim do mundo somente mais dois pontificados, os denominados na profecia "De gloria olivae" e Pedro II ou Pedro Romano, durante cujo reinado será produzida a grande catástrofe. Traduzido em anos, aproximadamente quatorze, isto é: a culminação da lista profética dos papas nos situa no ano 2000. Casualmente?


Uma gota de humor amargo:

Parece que o fim do mundo é inevitável e está próximo.

Segundo a profecia de Bernardino de Bustis, antes que o mundo acabe deverá haver pelo menos dois antipapas que governem a igreja ao mesmo tempo que um ou vários pontífices verdadeiros. Não vamos definir àqueles que ocupam a basílica de São Pedro, mas imediatamente nos assalta uma circunstância chocante e, de certo modo, humorística: se os antipapas serão enquanto que o verdadeiro papa governa a Igreja simultaneamente, o papa simultâneo a João Paulo I e que continua sendo durante o mandato de João Paulo II é, nem mais nem menos, que esse pitoresco personagem a quem todo mundo conhece como Clemente o do Palmar de Troia, Gregório XVII, desde que ele mesmo, à morte de Paulo VI, se intitulou como pontífice com o consentimento unânime de seu conclave particular de bispos. Sua nomeação é legítima, porém não legal, segundo os postulados do Direito Canônico. Não ser um Unico caso na história da Igreja: papas e antipapas tão pitorescos e absurdos como Clemente tem havido vários.


Profecias Sobre os Papas:

Nostradamus em sua carta ao rei Henrique II deixa bem claro a importância que ele dava à questão religiosa e, portanto, aos papas como autoridade máxima no mundo católico.
Por esta e outras razões muitos estudiosos consideram Nostradamus um perfeito devoto católico. Sabemos que entre estes existem alguns de renome e seriedade, mas mesmo assim discordamos dessa posição. Os motivos que nos levam a isso são de duas origens, a primeira diz respeito aos cuidados que uma pessoa, mormente espiritualista, como o sábio, devia tomar, naqueles ásperos tempos da Inquisição. O segundo diz respeito aos dogmas e sabemos, como sabia ele, que tal como se apresentava o Catolicismo estava cheio de dogmas e um espiritualista tem que ser livre dessa carga inútil. Isso nunca seria impeditivo para ser profundamente religioso, pois a religião verdadeira transcende os dogmas.

A partir das Profecias de Nostradamus em 1555 até hoje tivemos cerca de quarenta e um papas. Assim, no universo das cerca de 1000 quadras, só os mais significativos estão representados com uma quadra própria. Os estudiosos reconhecem nelas figuras como João XXIII, Leão XIII, Pio VII, Pio IX, João Paulo II. Existem cerca de 12 quadras dedicadas aos papas. Podemos ver então que nem todos estão nessas quadras menos de um quarto dos papas.


Vejamos a quadra sobre João Paulo II:

Apres le siege tenu dix sept ans,
Cinq changeront en tel revolu terme:
Puis sera l’un esleu de mesme temps,
Qui des Romains ne sera trop conforme.


Após o trono ser ocupado por dezessete anos.
Cinco ocuparão o trono nessa época.
Pois será um eleito nesse mesmo tempo.
Que não será muito de conformidade com os romanos.

Esta quadra apresenta como ponto de partida a mudança dos papas de Roma para Avignon, onde governou papa francês, que não era romano, após estes papas o trono voltou de novo à Roma. Ali o primeiro papa a governar ficou no ofício por 17 anos e foram eleitos ali cinco papas.
Muitos dos estudiosos sérios também lembram que muitas quadras oferecem um contexto tão vago que permitem o encaixe de muitas situações. Este fato foi usado, nesta época inúmeras vezes, por interpretes fantasiosos e mesmo por mal intencionados para demonstrar suas idéias. Assim, os estudiosos mais sérios recomendam descobrir o fato histórico que chamou a atenção de Nostradamus. Com este ponto de partida nas mãos podemos encontrar o verdadeiro contexto e ai sim fazer uma interpretação mais correta. Na quadra em tela podemos ver que a diferença dos romanos era apenas a nacionalidade. No caso de João Paulo II, a diferença era também a nacionalidade, visto que era polonês. Cinco serão eleitos nessa mesma época. Essa época é caracterizada pela Segunda Guerra Mundial e todos os seus horrores e seus 45 milhões de mortos. Aquela guerra fria que se estabeleceu depois e persistiu por décadas. Não podemos esquecer que João Paulo II foi um dos responsáveis pela queda do comunismo como atesta Michail Gorbachov, o mais famoso dirigente russo no pós-guerra. Um dos maiores focos de resistência ao comunismo foi a Polônia e seu partido Solidariedade.

Numa repetição de um ciclo desde Nostradamus, apenas Pio XI ficou por 17 anos no cargo. Em seguida foram eleitos cinco papas todos como a mais de 400 anos italianos, foi só com João Paulo II um polonês que foi quebrada a hegemonia. Portanto, a quadra fica perfeitamente cumprida.


Bom, mas e Bento XVI?

Primeiro, o que existia, na realidade, eram as profecias de São Malaquias, que dizem respeito aos papas. Elas diziam que o próximo papa teria o dístico "Gloria Olivae" ou seja, a glória das Oliveiras.

Segundo, ao que parece foram feitas muitas especulações, nós mesmos especulamos sobre os países que possuíam oliveiras, houve outras especulações, que sugeriam que o novo papa devia ser de um país em desenvolvimento. Até mesmo um cardeal brasileiro dom Cláudio Hummes foi mencionado por um jornal inglês como o mais provável. Outros mais futurólogos apontaram o cardeal nigeriano Arinze. O fato foi que todos nós se enganamos e o alemão Ratzinger foi eleito rapidamente e com ampla maioria. . Na primeira votação ele só não foi eleito porque sua maioria não chegava aos dois terços requeridos. Arinze e outros não foram nem sequer uma ligeira ameaça.

Terceiro, foi a escolha do nome Bento. Durante sua vida teve um contato profundo com a ordem beneditina, apesar de não ser dessa ordem. Estudou em escolas teológicas beneditinas, apreciava estar num convento beneditino na Toscana para seus retiros espirituais e de descanço. Por fim quis prestar uma homenagem a Bento XV que governou a Igreja durante a I Guerra Mundial. Sabemos que os beneditinos também são chamados de olivetanos e seu símbolo é uma oliveira. Portanto, fica mantida a consistência das Profecias de São Malaquias.

Por último, lembramos a menção de um teósofo numa lista de discussões, de que o papa João Paulo II, foi à pessoa mais vista de perto por todos em todo o mundo. Nas suas viagens tinha audiência de milhões de pessoas. João Paulo II foi um homem que procurou a paz. Vemos então que Bento XVI terá muito trabalho para não ter seu pontificado totalmente ofuscado pela tão brilhante carreira de seu predecessor. Nosso amigo teósofo analisando a Glória das Oliveiras acredita que o pontífice terá um reinado ainda mais realizador. Devemos ainda lembrar que João Paulo II introduziu o movimento ecumenista que ainda tem muito que ser trabalhado. A construção de um país e paz entre os palestinos e judeus é apenas um caminho como muito bem foi denominado o plano. Curiosamente as oliveiras existem por ali. Dentro de especulações, gostaríamos que seu trabalho de pacificação tivesse um forte impacto naquela região.

Por Abner Macoto

As Profecias de Nostradamus

Não é o momento para estender-se falando deste grande sábio e vidente a quem mais adiante voltaremos a referir-nos. Basta dizer que também encontrou tempo e que teve a visão suficiente para dedicar alguns versos ao tema que nos ocupa, ao fim do mundo, e, além disso, com a valentia suficiente como para brindar-nos uma data concreta.

"O ano 1999, sétimo mês, do céu virá um grande rei de terror. Ressucitar ao grande Rei de Angoulmois, Antes, depois, Marte, reinará por fortuna". O estilo crítico de suas quadras, e o enorme medo que sentia de que fossem entendidas pela Inquisição, fazem muitas vezes incompreensíveis suas mensagens. Mas o primeiro dos versos está claro. Como revela em outra quadra, sua profecia será cumprida aos "vinte anos do reino da Igreja". Considerando estes como anos santos ou jubilares, chegaremos irremediavelmente ao ano 2000. O que vem a coincidir também com os textos que são apoiados na cronologia do calendário judeu e que às vezes utiliza.
Um 11 de maio? Existe, no entanto, uma contradição que nos faz duvidar. Em outra de suas quadras prediz que o grande tea' será destruído no dia 20 de Touro", escurecendo-se com enormes tremores o ar, céu e terra. Segundo isto, o dia seria 11 de maio, quando o sol chega aos 20 graus de Touro, mas sem saber de que ano.


A última guerra:

Como será produzida a grande catástrofe? A obra de Nostradamus vai sempre irremissivelmente unida à história da Igreja e à história da França. Primeiro se desencadeará uma terceira guerra mundial, que durará três anos e sete meses:

"Após grande reunião humana, uma maior se prepara, o grande motor dos séculos renova;
Chuva, sangue, leite, fome, ferro e peste será visto fogo no céu e correr grande faísca".
Desta guerra sairá muito mal a França e todo o Ocidente, vencido por uma aliança russo-árabe que entrará na Europa como uma tenaz, destruindo todas as capitais do continente. A contenda culminará com a morte do papa, pressumivelmente João Paulo II, a quem se refere freqüentemente, de acordo com a terminologia de São Malaquias, em uma "cidade de dois rios", que os últimos tradutores identificam como Lyon.

Deixando à margem o sentido religioso que as quadras reproduzidas encerram e o mesmo Nostradamus não soube ou não quis desprezar, o que está claro é que nosso mundo conclui de uma maneira catastrófica, mediante guerra e destruição, ao término dos vinte séculos da história da Igreja, ano 2000 de nossa era, ou 1999, como expressou sem lugar a dúvidas na quadra que já comentamos; ou no ano 2001, se temos em conta o significado gramatical puro da expressão: transcorridos os vinte séculos.

Ao redor do ano 2000, deve ser produzido o fim do mundo, supondo que nossa interpretação de suas profecias não seja desacertada e repelindo a priori que Nostradamus não chegara em suas vivências a ver mais além de seu nariz.


As Profecias de Nostradamus:

Todos temos que ser profetas, ao estudar, ao casar, ao trabalhar e nos outros projetos das pessoas. Portanto, a profecia esta profundamente relacionada com o auto-conhecimento.

Antes de mais nada, queremos mostrar que uma visão pode ser muito difícil de retratar e depois de compreender, pois nem sempre o vidente é um artista e mesmo o sendo é difícil reproduzir a visão. Mais difícil ainda é conseguir extrair o futuro. Vamos citar alguns casos: primeiro na idade média um viajante descreveu para um pintor a sua viagem para a China. O pintor então produziu uma tela aonde se via um castelo medieval e um chinês com feição de Europeu. Só uma legenda esclarece que se trata da China!

Numa gravura do século XV onde diabos alados atacam uma cidade medieval. Iremos ver que essa pintura é uma visão, mesmo que não tenha sido nunca pensada pelo próprio pintor ou pelo seu orientador como tal ou mesmo por outras pessoas mais tarde. Nela temos alguns detalhes: Os diabos não atacam as pessoas mas os prédios. Eles usam até ferramentas para danificar a cidade. Mais tarde, vemos uma cena muito parecida com essa quando aviões atacam uma cidade na guerra. Finalmente na Bíblia há um sem número de sonhos e profetas que interpretavam tais sonhos.

Feita esta introdução vamos a uma definição das profecias de Nostradamus: primeiro - O corpo físico delas constituem-se em dez centúrias de quadras de versos, sendo que uma delas, a sétima é incompleta e possui 42 a 48 quadras conforme a edição que estudamos.
Segundo especialistas é uma notável obra literária, mas sempre foi encarada pelo seu lado profético. Para se ter uma idéia é possível fazer um paralelo com “Os Lusíadas” de Camões também produzido na mesma época.

Existem ainda alguns adendos, algumas profecias separadas que são os Presságios e as Sextilhas e existem duas cartas sempre ligadas as profecias quais sejam a Carta a Henrique II e a Carta ao meu filho César.

Após a Bíblia é um segundo livro sempre lido e publicado continuamente. Sobre as centúrias foram publicados mais de 1000 livros, desde aquela época até hoje. Foram escritos livros na França, Estados Unidos, Alemanha, Espanha, Inglaterra, Itália, Portugal e muitos foram traduzidos para outros idiomas, sendo que até no Japão há extensa literatura. Os livros vem sendo escritos desde 1600 de modo que muitos são de difícil consulta, alguns são meramente frutos do momento e não apresentam um trabalho sério e profundo. Porém, muitos acontecimentos só podem ser bem visualizados por alguém da época. Temos dificuldade de conhecer bem alguns fatos da “guerra dos 30 anos” há séculos atras, mas alguém que viveu este acontecimento, terá maior facilidade, de modo que as interpretações antigas podem trazer luz. Foram feitos muitos filmes, sobre as profecias.

O profeta viveu ao sul da França no estado de Provençe entre 1503 - 1566, foi querido e considerado extremamente bom e sua casa e seu túmulo podem ser visitados até hoje. Foi um intelectual estudou medicina, filosofia e matemática. Viajou muito mesmo considerando que as viagens naquela época eram muito penosas, levava-se quase um mês para atravessar a França de carruagem, mas isso lhe deu uma visão muito grande. Na sua época a peste bubônica, um dos maiores flagelos da humanidade, ainda fazia aparições e se alastrou principalmente no sul da França. Teve alguns contatos com a corte francesa o rei Henrique II e a rainha Catarina de Medicis. Teve um profundo conhecimento de ocultismo, línguas, geografia e matemática. Foi professor de medicina e matemática.

O conteúdo das profecias leva a alguns se verem nas profecias como os antigos revolucionários da Revolução Francesa, que demonstraram as Profecias publicamente, Hitler de tal sorte que houve propaganda e contra propaganda no inicio da II Grande Guerra e outros, ao menos tomaram contato com elas como Napoleão. Por conta delas foi gasto muito dinheiro como o empregado na construção da “linha Maginot” na França.

Esse tema já desponta cedo na Sociedade Teosófica cedo e Pierre Piobb, um famoso ocultista, que escreveu seu livro baseado em uma série de conferencias feitas em 1927 na Sociedade Teosófica na França.

Em 1938 Max de Fontbrune publicou um livro que viria a ser a inauguração de estudos que associam Nostradamus a guerras intermináveis. Mas logo a seguir o mundo mergulhou no que seria a pior guerra da humanidade, a II Guerra Mundial, assim o livro começou a exercer grande influência nos outros estudiosos.

Por volta de 1975 seu filho J. C. Fontbrune publicou nessa linha o que viria a ser o maior best seller sobre o assunto. Esse livro então começou a exercer grande influência sobre os escritores e exegetas de Nostradamus. A influência é tão marcante que todos estudiosos citam interpretações desse autor. Verificamos também que numa incursão pela internet mostra que nos vários sites nostradâmicos muitos tem traduções e interpretações baseadas no livro de Fontbrune.

Tudo isso ficou por conta do tom bem lúgubre das Centúrias. Mas em seu livro esse autor propunha que ocorressem a III, a IV guerras Mundiais e a terrível guerra do Anticristo. Tudo isso estava para acontecer ainda no século XX. Contudo, como já dizíamos bem antes disso; em 1997, chegamos em 1999 e tudo veio abaixo; aliás como isso sim está nas centúrias, pois nada dessas guerras está ali. É interessante notar, que alguns mais exaltados permitiram gravar na capa de seus livros: 1999 - fim dos tempos. Quando aconteceria então o Apocalipse! Tudo isso foi um fato tão propalado que um simples eclipse em 1999 foi chamado de maneira jocosa de “fim do mundo”. Porquanto, guerras são cada vez mais mal vindas e há uma crescente opinião pública contra elas.

Na LXXII Centúria talvez a quadra mais famosa de Nostradamus, pois por muitos foi interpretada como o fim do mundo. O teor da quadra é aparentemente sombrio.

Tradução:

No ano mil novecentos e noventa e nove e sete meses
Do céu virá um grande rei do Terror
Ressuscitará o rei de Angoumois
Antes que isso ocorra Marte reinará entre eles. Boa Hora.

Devemos ressaltar que cada quadra de Nostradamus é na verdade um livro inteiro e sobre o rei do terror muito a humanidade já produziu, mas claro não tem esse nome na vida real. No livro damos todas as informações e interpretação correta da quadra.

Devemos salientar que o próprio Fontbrune escreveu um livro posteriormente, intitulado: As Novas Profecias de Nostradamus” próximo da virada do século tentando postergar os acontecimentos para 2010! Tudo isso um pouco ridículo.

Mas e a guerra contra o terror de 2001, poderão dizer alguns. Entretanto, pela leitura das Centúrias vemos que a precisão de Nostradamus chega ao dia como quando fala que a França estaria livre do inimigo na Segunda Guerra Mundial no dia 3 de outubro. Assim foi e dia 3 de outubro de 1944 a quadra se verificou. Assim, 1999 é esse ano mesmo e não outro próximo.

Por outro lado, estudiosa e autora de livros sobre o tema; Erika Cheetam, menos pretenciosa em livro escrito em 1973 ela, baseada na leitura de Nostradamus preve um ataque a cidade de New York, ela fala de torres e de ataques. Essa notável quadra descreve com precisão os ataques de 11 de setembro de 2001 ao Word Trade Center, quase 30 anos depois de Erika interpretar!
No livro temos a quadra e sua interpreação correta.

O que quis Nostradamus dizer nessa quadra a seguir?

Por arcos flamantes, resina e por flamantes rechaçados,
Gritos e uivos pela meia noite ouvidos:
No interior estão mesmo pelas fortificações atacadas
Por subterrâneos os traidores fugirão.

Se entendeu, baseado numa tradução correta começa a vislumbrar a verdadeira dimensão de Nostradamus. Se a quadra ainda causa dúvidas leia o livro e verifique.

Considerando os livros que foram escritos desde 1600 vai se somando um conheci- mento sobre as profecias de modo, que qualquer estudioso sério vai achar os caminhos tri- lhados até agora, evidentemente que uma parte dos “estudiosos” é sensacionalista e soma muito pouco.

As quadras evidentemente não estão dispostas em ordem cronológica e algumas são totalmente imprecisas pelo menos até o presente momento e não dizem nada aparentemente, outras pelo contrário são claríssimas e retratam um fato com precisão entre elas citamos:

Ataque a Nova Iorque A Morte de Henrique – uma quadra histórica e famosa. Sobre a

Revolução Francesa - III,59 Sobre a captura de Luiz XVI em Varenes – talvez a mais famosa quadra de Nostradamus ·

Sobre os delitos em Nantes – esta quadra de tão importante esta textualizada na Enciclopédia Britânica, interpretadaa por Eugene Bareste, em 1890, mostrando que há muita seriedade em muitos estudiosos

A Morte de Carlos I outra quadra histórica.

Sobre a aviação civil – todos param aqui Sobre Helena Pretovna Blavatsky – a fundadora da Sociedade Teosófica Nostradamus apresenta uma elegante concisão dos fatos e aparecem estudiosos que acabam confundindo o leitor e levando o profeta ao descrédito.

Podemos perceber em um estudo sobre Nostradamus que se exige algumas qualidades:
Construir uma obra benéfica que perdura e causa influencia em muitas gerações. Construir uma vida digna que pode ser revista sem máculas tanto tempo depois. Uma lição de altruísmo. Não desvelar mistérios sem o devido cuidado e reverência. Perseverar. Muitas vezes os fins estão nos próprios meios. Paciência. Algumas coisas preditas, nem sequer aconteceram ainda. Atenção e Profundidade. · A realidade desses anos da Humanidade: Guerras, Fomes e Doenças. Essas coisas são devidas ao nosso carma coletivo. Segundo o Dalai Lama este século que passou foi o pior para Humanidade em mortes. Só nas guerras mundiais morreram mais de 50 milhões de pessoas. A AIDS representa hoje a peste negra de 1500 e as fomes na África já são imagens conhecidas por todos.

· Esperança que o homem amadureça. O homem tem que parar de se armar e felizmente temos visto isso, ainda que muito timidamente. Tem que parar de se iludir. Na realidade, as Doenças, as Drogas, as Ilusões e as Fomes é que podem ser consideradas como nossos inimigos e a sua erradicação o verdadeiro combate.

· O estudo para que possamos ajudar a nós próprios e o mundo. Sem saber algo não se pode ir avante. Ele enxota os ignorantes de suas profecias!
As previsões de Nostradamus devem ir muito longe ainda no tempo. Porém elas cobrem um período muito conturbado da Humanidade. Muitas guerras, muitas fomes e muitas doenças. Nisso Nostradamus já mostrou um acerto incrível.

A Sociedade Teosófica já esta engajada nessa luta contra os verdadeiros inimigos. A transição não é um período curto. Essa geração que aprendeu a ilusão, a violência e as armas, ainda vai propagar essa cultura nefasta avante. A riqueza do mundo ainda esta muito mal distribuída e cerca de 10% dos povos tem 90% da riqueza. Desse modo, temos muito trabalho avante!

Realizada palestra em 1998 e adaptada em 01.04.2003

terça-feira, 10 de junho de 2008

As 7 Profecias Maias

Os maias nos deixaram uma mensagem escrita nas pedras.... Uma mensagem que contém sete profecias, com uma parte de alerta e outra de esperança. A mensagem de alerta profetiza o que acontecerá em nosso tempo; a de esperança, nos fala das mudanças que devem haver dentro de nós mesmos para impulsionar a humanidade para uma nova era... Revelar cada uma dessas profecias implicará submergir em seu mundo científico, religioso e espiritual.

Desde anos atrás, nossa civilização vem sendo ameaçada pela guerra, a devastação dos recursos naturais, o materialismo e o caos tecnológico. Os maias, a partir de seus estudos científicos sobre o universo, e a absoluta precisão com que elaboraram seus calendários, sabiam exatamente quando isso aconteceria. Por isso, para nos alertar, deixaram uma mensagem escrita em pedras que contêm sete profecias. Algumas advertem o homem sobre os perigos em prosseguir com seu comportamento destrutivo; outras, são uma mensagem de esperança que fala da atitude que deve ser tomada para impulsionar a civilização para uma nova era de solidariedade e harmonia.

As mudanças climáticas, sociais e psicológicas anunciadas por tais profecias aconteceram de todos os modos, e os maias asseguram que uma transformação na consciência do homem pode alterar essas previsões e moderar seus efeitos. Porém, para poder compreender este legado, é necessário conhecer sua cultura, seus conhecimentos e sua maneira de ver a vida.

A arte, a ciência e a religião maia estão baseados em sua relação com o sol. Acreditavam que era a única via para se comunicarem com Hunab Ku, seu único deus, cujo coração e mente se encontram no centro da galáxia. Os maias mediram o tempo e elaboraram seus calendários a partir de seu conhecimento exato sobre os movimentos do sol.

Descobriram que o sistema solar inteiro se move de maneira elíptica em ciclos de 25.625 anos, um dia galáctico. Por sua vez, a cada 5.125 anos, o sol central da galáxia envia um raio de luz que sincroniza todos os planetas e seres vivos para conduzi-los a uma nova etapa, com maior harmonia. Observaram também que, nos últimos vinte anos de cada ciclo, o sol modifica seu eixo de rotação e produz grandes cataclismos na Terra. Esse período, o katún, funciona como um gonzo: nos impulsiona para uma nova fase evolutiva. Utilizaram seus calendários para prever todas estas mudanças e alinhar seu comportamento com o dos ciclos galácticos. A pirâmide de Kukulcan foi construída como um gigantesco relógio solar, que servia para ajustar os calendários e determinar, antecipadamente, as variações de energia no ser humano.

Há algumas décadas, cientistas de todo o mundo se dirigem às ruínas das cidades maias para estudar as datas e números gravados nos muros e livros sagrados. Assim, enquanto reaparecem seus conhecimentos, a misteriosa mensagem dos "donos do tempo" vai sendo decifrada.


Primeira profecia:

Segundo esta profecia, em 22 de dezembro de 2012, o sol receberá um raio que, sincronizando o centro da galáxia, iniciará um novo ciclo. Será o fim do mundo do materialismo e destruição em que vivemos, e o início de uma nova etapa de respeito e harmonia. Antes desse dia, a humanidade deverá optar entre desaparecer como espécie pensante, que atenta contra o planeta, ou evoluir para uma nova era de integração com o resto do universo.


Segunda profecia:

A segunda profecia anunciou que, a partir do eclipse de 11 de agosto de 1999, as transformações físicas do sol alterariam o comportamento humano. Disseram que alguns perderiam o controle de suas emoções e outros afinariam sua paz interior para entrar em sincronismo com os ritmos da galáxia. Poderão, assim, neutralizar as mudanças drásticas que descrevem as seguintes profecias.


Terceira profecia:

Na terceira profecia, os maias asseguram que a conduta antiecológica do homem aumentará a temperatura da Terra e produzirá desequilíbrios climáticos e geológicos. A falta de sincronismo entre nosso comportamento e a natureza trará grandes problemas, como a evaporação da água dos solos, incêndios florestais e a destruição das colheitas. A atitude a ser tomada será crucial para transformar esta época de crise.


Quarta profecia:

Aqui, é prevista uma onda de calor que provocará o derretimento de gelo dos pólos. Segundo os maias, este será o tempo em que o planeta se tornará limpo e verde, todavia as costas serão inundadas e as milhares de pessoas que vivem próximo ao mar correrão sérios riscos...


Quinta profecia:

Segundo a quinta profecia, se não sintonizarmos nosso comportamento com os ritmos da natureza e da galáxia, antes de 2012 veremos falhar todos os sistemas sobre os quais está baseada nossa civilização. Produzir-se-á um colapso da rede informática, eletricidade, o sistema econômico e a religião. A partir disso, o homem perceberá a necessidade de reorganizar a sociedade de um modo mais harmonioso e menos competitivo.


Sexta profecia:

Fala-se da aparição de um cometa que trará transformações físicas muito bruscas em nosso planeta. A partir de seus cálculos, os maias asseguram sobre a existência de alta probabilidade de que um cometa se choque com a Terra. Contudo, sustentam que é possível desviar sua trajetória, por meios físicos ou psíquicos.


Sétima profecia:

Nesta sétima profecia, os maias nos deixaram uma mensagem de esperança. Disseram que, a partir de um esforço voluntário para obter harmonia e paz interior, poderemos desenvolver novos sentidos e integrá-los ao funcionamento da galáxia. Assim, poderemos reduzir os efeitos nocivos anunciados por outras profecias e renascer em uma nova era, "a era da luz".

Os Segredos de Fátima

Profecias cumpridas:

"Vi como três colunas grandes de fogo se desprendiam do Leste, eram vermelhas e avançaram envolvendo a Europa. Uma coluna de fogo saiu de Moscou e chegou até as portas de Roma, mais tarde até o Vaticano; as outras duas colunas de fogo se dirigiram para a Alemanha. Então a Virgem me disse que a luz oriental andará contra a ocidental. Dois sinais. te dou, disse a Virgem: a primeira, quando os russos ocuparem a Tchecoslováquia e a cidade de Praga, e a segunda, quando uma boa parte dos prelados e sacerdotes tenham abandonado seu ministério.

Já não posso deter por mais tempo o castigo de meu filho". Assim se expressou a vidente Gertrudis Fink durante um êxtase sofrido em 26 de maio de 1950, em Duren (Alemanha). Os russos invadiram a Tchecoslováquia há alguns anos.

Os prelados e sacerdotes se não estão abandonando seu sagrado ministério em termos gerais, são vistos extraordinariamente dizimados quanto ao número de novos seminaristas; isto é, o sacerdócio se encontra em uma franca decadência. Cada dia são menos e cada dia arrastam menos fiéis em pró das crenças que deviam expandir e defender.


Uma mensagem aterradora em Fátima:

A Lucia, em Fátima, a Virgem comunicou uma mensagem, cuja totalidade ainda não foi divulgada em virtude dos acontecimentos aterrorizantes que prediz. Se conta que o papa João XVIII, ao ler o mesmo, exclamou: "Eu não o dou a conhecer ao mundo, não quero ser o mensageiro de tão grandes catástrofes". Esta terceira mensagem recebeu a vidente em 13 de outubro de 1917. Foi publicado um extrato somente do qual reproduzimos as seguintes frases: "Sobre toda a humanidade virá um grande castigo. Satã chegou até os mais altos postos e determina a marcha dos acontecimentos. Conseguirá seduzir o espírito de grandes sábios que inventará armas com as quais poder-se-á aniquilar a metade da humanidade em poucos minutos. Estas armas serão fabricadas em massa. Fogo e vapor cairão do céu e as águas dos oceanos serão convertidas em vapor lançando suas espumas ao céu, e tudo o que estiver em pé afundará. Milhões de homens perderão a vida de hora em hora e os que ficarem vivos naqueles instantes invejarão os que tenham morrido. Posteriormente servir-se-á novamente a Deus como nos tempos anteriores à perversão do mundo (os escassos sobreviventes)".

Surpreende o muito que se parecem estas catástrofes, que segundo alguns durarão setenta horas e segundo outros um dia, com o que os profetas, o resultado das guerras e a mesma história não deixam de dizer-nos. O fim do mundo, deste mundo que conhecemos está na esquina.


O fim do mundo segundo os computadores:

Para terminar, recorramos ao monstro de nossa época, o computador eletrônico, para que proporcione uma resposta à incógnita que nos preocupa: para. quando o fim do mundo? Fornecemos todos os dados que fomos recolhendo. Alguns concretos, como as profecias de Nostradamus, e outros com base a aproximações, mais ou menos científicas, com o que somente deve levar-se em conta sua resposta como pouco mais que uma brincadeira.


O 10 de abril de 1992:

Animado por nossa falsa expectativa, a tecnologia, eficiente e orgulhosa, deu uma resposta, uma resposta contundente e única: 10 de abril de 1992.

A brincadeira que pensávamos gastar à máquina brilhante voltou-se contra nós, porque a máquina é pouco mais que nada,uma prótese, um prolongamento de nossas próprias funções; ela não pensa, não decide; o fazemos nós, os construtores da máquina, ao proporcionar-lhe os dados precisos. Talvez pareça incongruente estabelecer agora a entrada de fatores inconscientes na programação da máquina, seria ridículo pretender que o que foi tentado como algo asséptico, frio e puramente matemático esteja impregnado também do processo inconsciente de premonição.

Parece ridículo e provavelmente o é, mas não pudemos evitar este pensamento molesto, quando comprovamos que 10 de abril de 1992 corresponde no calendário ao dia dedicado a São Apolônio. E não é um nome sem sentido profético, porque no Apocalipse, o desencadeador dos maiores acontecimentos do abismo é Abaddón, nome hebreu que em grego, língua origem da cultura ocidental, recebe o nome de Apolyón, Apolônio, Polyon..., argumentações muito pouco racionais. Lamentavelmente, um não pode ser subtraído ao ambiente de duplo sentido que rodeia a tudo quanto se refere às profecias e aos profetas.


Saber a hora exata não servirá de nada:

O que falta para que todo o horror anunciado nas profecias seja desatado?... Importa algo que tal data seja em 1992, 1999 ou amanhã mesmo?... Não servirá de nada saber o dia exato, a hora exata, porque a morte chegará à maioria, porque nenhuma precaução será válida, porque o mundo que virá depois, nascido da morte e da miséria, será forçosamente distinto.
O terrível não está nas profecias, mas na marcha do homem. Não são os vaticínios sinistros dos profetas os que angustiam a esta sociedade, não, que a compomos uma massa de ignorantes masoquistas. E a realidade o que nos angustia, é o convencimento interno de que a marcha do mundo leva a um rumo inevitável de catástrofe.


Nossa Senhora de Fátima - Segredos Revelados:

Em 13 de maio de 1917, em Fátima, Portugal, três crianças, Lúcia, Francisco e Jacinta, tiveram a visão e conversaram com Nossa Senhora. Assim começa uma das mais famosas e conceituadas aparições desta santa católica, seguida de posteriores aparições, no mesmo lugar, nas datas de 13 de junho, 13 de julho, 15 de agosto, 13 de setembro e 13 de outubro do mesmo ano. Nesta última (13 de outubro), cerca de 60 mil pessoas presenciaram a um milagre, onde aproximadamente ao meio dia o sol de deslocou no céu, girando e se movendo em várias direções, voltando à posição normal após vários minutos.

Das três crianças, Jacinta e Francisco faleceram ainda bem jovens, sendo Lúcia viva até os dias atuais. Os segredos passados por Nossa Senhora às crianças na tarde de 13 de julho de 1917 - segundo as palavras da própria Irmã Lúcia: ‘o Segredo consta de três coisas distintas’ - são:

1º - A visão do inferno;

2º - A punição do mundo: “... , virei pedir a consagração da Rússia ao meu Imaculado Coração e a comunhão reparadora nos primeiros sábados. Se atenderem a meus pedidos, a Rússia se converterá e terão paz; se não, espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja; os bons serão martirizados, o Santo Padre terá muito que sofrer, várias nações serão aniquiladas; por fim, o meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre consagrar-Me-á a Rússia, que se converterá, e será concedido ao mundo algum tempo de paz. ...”

3ª parte do segredo: desconhecida, mas acredita-se que complemente a segunda parte do segredo. Citando a obra do Sr. Antonio Borelli Machado ‘As aparições e a mensagem de Fátima conforme os manuscritos da Irmã Lúcia’, (Página 47):

“No prefácio da edição brasileira dos escritos da Irmã Lúcia, o Pe. Antonio Maria Martins S.J. afirma, de modo categórico, que a terceira parte do Segredo, ‘cujo texto não foi ainda divulgado, trata apenas da chamada Crise da Igreja’ ... O autor não explica como soube disso nem dá maiores esclarecimentos sobre o assunto.”

Como se vê, há suspeitas de que o terceiro segredo muito bem guardado pelas autoridades do Vaticano venha a confirmar outras previsões sobre uma possível perseguição religiosa aos cristãos. À esta conclusão somos levados também pela seguinte visão que Jacinta teve e relatou à Lúcia:

“Não sei como foi, eu vi o Santo Padre numa casa muito grande, de joelhos diante de uma mesa, com as mãos no rosto a chorar; fora da casa estava muita gente e uns atiravam-lhe pedras, outros rogavam-lhe pragas e diziam-lhe muitas palavras feias. Coitadinho do Santo Padre, temos que pedir muito por ele!”

Em 1944 Irmã Lúcia escreve e envia o 3º segredo ao Bispo de Leiria, que por sua vez é enviada à Nunciatura Apostólica em Lisboa, e finalmente ao Vaticano. De acordo com declarações da própria Irmã Lúcia, este segredo só poderia se tornar público a partir de 1960, o que ainda não se realizou.

Em 1967, o papa Paulo VI passa mal e desmaia após ler o terceiro segredo de Fátima, e é anunciada a decisão do papa de não revelar o segredo ao público.

O Papa João Paulo II em visita ao Santuário de Fátima, Portugal, em 13 de maio de 2000, com a finalidade de beatificar as duas crianças videntes já falecidas (Jacinta e Francisco), revela parte do Terceiro Segredo de Fátima. Em 26 de junho de 2000 finalmente a íntegra do texto de irmã Lúcia é divulgado pelo Vaticano. Abaixo segue o texto original da irmã Lúcia:

Imagens dos manuscritos originais dos Segredos de Fátima Primeira e segunda parte do « segredo » segundo a redacção feita pela irmã lúcia na « terceira memória », de 31 de agosto de 1941, destinada ao bispo de leiria-fátima
Terei para isso que falar algo do segredo e responder ao primeiro ponto de interrogação.


O que é o segredo?

Parece-me que o posso dizer, pois que do Céu tenho já a licença. Os representantes de Deus na terra, têm-me autorizado a isso várias vezes, e em várias cartas, uma das quais, julgo que conserva V. Ex.cia Rev.ma do Senhor Padre José Bernardo Gonçalves, na em que me manda escrever ao Santo Padre. Um dos pontos que me indica é a revelação do segredo. Algo disse, mas para não alongar mais esse escrito que devia ser breve, limitei-me ao indispensável, deixando a Deus a oportunidade d'um momento mais favorável.

Expus já no segundo escrito a dúvida que de 13 de Junho a 13 de Julho me atormentou e que n'essa aparição tudo se desvaneceu.

Bem o segredo consta de três coisas distintas, duas das quais vou revelar.

A primeira foi pois a vista do inferno!

Nossa Senhora mostrou-nos um grande mar de fôgo que parcia estar debaixo da terra.

Mergulhados em êsse fôgo os demónios e as almas, como se fossem brasas transparentes e negras, ou bronziadas com forma humana, que flutuavam no incêndio levadas pelas chamas que d'elas mesmas saiam, juntamente com nuvens de fumo, caindo para todos os lados, semelhante ao cair das faulhas em os grandes incêndios sem peso nem equilíbrio, entre gritos e gemidos de dôr e desespero que horrorizava e fazia estremecer de pavor. Os demónios destinguiam-se por formas horríveis e ascrosas de animais espantosos e desconhecidos, mas transparentes e negros.

Esta vista foi um momento, e graças à nossa bôa Mãe do Céu; que antes nos tinha prevenido com a promeça de nos levar para o Céu (na primeira aparição) se assim não fosse, creio que teríamos morrido de susto e pavor.

Em seguida, levantámos os olhos para Nossa Senhora que nos disse com bondade e tristeza:

— Vistes o inferno, para onde vão as almas dos pobres pecadores, para as salvar, Deus quer establecer no mundo a devoção a meu Imaculado Coração. Se fizerem o que eu disser salvar-se-ão muitas almas e terão paz. A guerra vai acabar, mas se não deixarem de ofender a Deus, no reinado de Pio XI começará outra peor. Quando virdes uma noite, alumiada por uma luz desconhecida, sabei que é o grande sinal que Deus vos dá de que vai a punir o mundo de seus crimes, por meio da guerra, da fome e de perseguições à Igreja e ao Santo Padre. Para a impedir virei pedir a consagração da Rússia a meu Imaculado Coração e a comunhão reparadora nos primeiros sábados. Se atenderem a meus pedidos, a Rússia se converterá e terão paz, se não, espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja, os bons serão martirizados, o Santo Padre terá muito que sufrer, várias nações serão aniquiladas, por fim o meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre consagrar-me-á a Rússia, que se converterá, e será consedido ao mundo algum tempo de paz.

A terceira parte do segredo revelado a 13 de Julho de 1917 na Cova da Iria-Fátima.

Escrevo em acto de obediência a Vós Deus meu, que mo mandais por meio de sua Ex.cia Rev.ma o Senhor Bispo de Leiria e da Vossa e minha Santíssima Mãe.

Depois das duas partes que já expus, vimos ao lado esquerdo de Nossa Senhora um pouco mais alto um Anjo com uma espada de fôgo em a mão esquerda; ao centilar, despedia chamas que parecia iam encendiar o mundo; mas apagavam-se com o contacto do brilho que da mão direita expedia Nossa Senhora ao seu encontro: O Anjo apontando com a mão direita para a terra, com voz forte disse: Penitência, Penitência, Penitência! E vimos n'uma luz emensa que é Deus: “algo semelhante a como se vêem as pessoas n'um espelho quando lhe passam por diante” um Bispo vestido de Branco “tivemos o pressentimento de que era o Santo Padre”. Varios outros Bispos, Sacerdotes, religiosos e religiosas subir uma escabrosa montanha, no cimo da qual estava uma grande Cruz de troncos toscos como se fôra de sobreiro com a casca; o Santo Padre, antes de chegar aí, atravessou uma grande cidade meia em ruínas, e meio trémulo com andar vacilante, acabrunhado de dôr e pena, ia orando pelas almas dos cadáveres que encontrava pelo caminho; chegado ao cimo do monte, prostrado de juelhos aos pés da grande Cruz foi morto por um grupo de soldados que lhe dispararam varios tiros e setas, e assim mesmo foram morrendo uns trás outros os Bispos Sacerdotes, religiosos e religiosas e varias pessoas seculares, cavalheiros e senhoras de varias classes e posições. Sob os dois braços da Cruz estavam dois Anjos cada um com um regador de cristal em a mão, n'êles recolhiam o sangue dos Martires e com êle regavam as almas que se aproximavam de Deus.

Os Segredos de Fátima

Profecias cumpridas:

"Vi como três colunas grandes de fogo se desprendiam do Leste, eram vermelhas e avançaram envolvendo a Europa. Uma coluna de fogo saiu de Moscou e chegou até as portas de Roma, mais tarde até o Vaticano; as outras duas colunas de fogo se dirigiram para a Alemanha. Então a Virgem me disse que a luz oriental andará contra a ocidental. Dois sinais. te dou, disse a Virgem: a primeira, quando os russos ocuparem a Tchecoslováquia e a cidade de Praga, e a segunda, quando uma boa parte dos prelados e sacerdotes tenham abandonado seu ministério.

Já não posso deter por mais tempo o castigo de meu filho". Assim se expressou a vidente Gertrudis Fink durante um êxtase sofrido em 26 de maio de 1950, em Duren (Alemanha). Os russos invadiram a Tchecoslováquia há alguns anos.

Os prelados e sacerdotes se não estão abandonando seu sagrado ministério em termos gerais, são vistos extraordinariamente dizimados quanto ao número de novos seminaristas; isto é, o sacerdócio se encontra em uma franca decadência. Cada dia são menos e cada dia arrastam menos fiéis em pró das crenças que deviam expandir e defender.


Uma mensagem aterradora em Fátima:

A Lucia, em Fátima, a Virgem comunicou uma mensagem, cuja totalidade ainda não foi divulgada em virtude dos acontecimentos aterrorizantes que prediz. Se conta que o papa João XVIII, ao ler o mesmo, exclamou: "Eu não o dou a conhecer ao mundo, não quero ser o mensageiro de tão grandes catástrofes". Esta terceira mensagem recebeu a vidente em 13 de outubro de 1917. Foi publicado um extrato somente do qual reproduzimos as seguintes frases: "Sobre toda a humanidade virá um grande castigo. Satã chegou até os mais altos postos e determina a marcha dos acontecimentos. Conseguirá seduzir o espírito de grandes sábios que inventará armas com as quais poder-se-á aniquilar a metade da humanidade em poucos minutos. Estas armas serão fabricadas em massa. Fogo e vapor cairão do céu e as águas dos oceanos serão convertidas em vapor lançando suas espumas ao céu, e tudo o que estiver em pé afundará. Milhões de homens perderão a vida de hora em hora e os que ficarem vivos naqueles instantes invejarão os que tenham morrido. Posteriormente servir-se-á novamente a Deus como nos tempos anteriores à perversão do mundo (os escassos sobreviventes)".

Surpreende o muito que se parecem estas catástrofes, que segundo alguns durarão setenta horas e segundo outros um dia, com o que os profetas, o resultado das guerras e a mesma história não deixam de dizer-nos. O fim do mundo, deste mundo que conhecemos está na esquina.


O fim do mundo segundo os computadores:

Para terminar, recorramos ao monstro de nossa época, o computador eletrônico, para que proporcione uma resposta à incógnita que nos preocupa: para. quando o fim do mundo? Fornecemos todos os dados que fomos recolhendo. Alguns concretos, como as profecias de Nostradamus, e outros com base a aproximações, mais ou menos científicas, com o que somente deve levar-se em conta sua resposta como pouco mais que uma brincadeira.


O 10 de abril de 1992:

Animado por nossa falsa expectativa, a tecnologia, eficiente e orgulhosa, deu uma resposta, uma resposta contundente e única: 10 de abril de 1992.

A brincadeira que pensávamos gastar à máquina brilhante voltou-se contra nós, porque a máquina é pouco mais que nada,uma prótese, um prolongamento de nossas próprias funções; ela não pensa, não decide; o fazemos nós, os construtores da máquina, ao proporcionar-lhe os dados precisos. Talvez pareça incongruente estabelecer agora a entrada de fatores inconscientes na programação da máquina, seria ridículo pretender que o que foi tentado como algo asséptico, frio e puramente matemático esteja impregnado também do processo inconsciente de premonição.


Parece ridículo e provavelmente o é, mas não pudemos evitar este pensamento molesto, quando comprovamos que 10 de abril de 1992 corresponde no calendário ao dia dedicado a São Apolônio. E não é um nome sem sentido profético, porque no Apocalipse, o desencadeador dos maiores acontecimentos do abismo é Abaddón, nome hebreu que em grego, língua origem da cultura ocidental, recebe o nome de Apolyón, Apolônio, Polyon..., argumentações muito pouco racionais. Lamentavelmente, um não pode ser subtraído ao ambiente de duplo sentido que rodeia a tudo quanto se refere às profecias e aos profetas.


Saber a hora exata não servirá de nada:

O que falta para que todo o horror anunciado nas profecias seja desatado?... Importa algo que tal data seja em 1992, 1999 ou amanhã mesmo?... Não servirá de nada saber o dia exato, a hora exata, porque a morte chegará à maioria, porque nenhuma precaução será válida, porque o mundo que virá depois, nascido da morte e da miséria, será forçosamente distinto.
O terrível não está nas profecias, mas na marcha do homem. Não são os vaticínios sinistros dos profetas os que angustiam a esta sociedade, não, que a compomos uma massa de ignorantes masoquistas. E a realidade o que nos angustia, é o convencimento interno de que a marcha do mundo leva a um rumo inevitável de catástrofe.


Nossa Senhora de Fátima - Segredos Revelados:

Em 13 de maio de 1917, em Fátima, Portugal, três crianças, Lúcia, Francisco e Jacinta, tiveram a visão e conversaram com Nossa Senhora. Assim começa uma das mais famosas e conceituadas aparições desta santa católica, seguida de posteriores aparições, no mesmo lugar, nas datas de 13 de junho, 13 de julho, 15 de agosto, 13 de setembro e 13 de outubro do mesmo ano. Nesta última (13 de outubro), cerca de 60 mil pessoas presenciaram a um milagre, onde aproximadamente ao meio dia o sol de deslocou no céu, girando e se movendo em várias direções, voltando à posição normal após vários minutos.

Das três crianças, Jacinta e Francisco faleceram ainda bem jovens, sendo Lúcia viva até os dias atuais. Os segredos passados por Nossa Senhora às crianças na tarde de 13 de julho de 1917 - segundo as palavras da própria Irmã Lúcia: ‘o Segredo consta de três coisas distintas’ - são:

1º - A visão do inferno;

2º - A punição do mundo: “... , virei pedir a consagração da Rússia ao meu Imaculado Coração e a comunhão reparadora nos primeiros sábados. Se atenderem a meus pedidos, a Rússia se converterá e terão paz; se não, espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja; os bons serão martirizados, o Santo Padre terá muito que sofrer, várias nações serão aniquiladas; por fim, o meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre consagrar-Me-á a Rússia, que se converterá, e será concedido ao mundo algum tempo de paz. ...”
3ª parte do segredo: desconhecida, mas acredita-se que complemente a segunda parte do segredo. Citando a obra do Sr. Antonio Borelli Machado ‘As aparições e a mensagem de Fátima conforme os manuscritos da Irmã Lúcia’, (Página 47):
“No prefácio da edição brasileira dos escritos da Irmã Lúcia, o Pe. Antonio Maria Martins S.J. afirma, de modo categórico, que a terceira parte do Segredo, ‘cujo texto não foi ainda divulgado, trata apenas da chamada Crise da Igreja’ ... O autor não explica como soube disso nem dá maiores esclarecimentos sobre o assunto.”
Como se vê, há suspeitas de que o terceiro segredo muito bem guardado pelas autoridades do Vaticano venha a confirmar outras previsões sobre uma possível perseguição religiosa aos cristãos. À esta conclusão somos levados também pela seguinte visão que Jacinta teve e relatou à Lúcia:
“Não sei como foi, eu vi o Santo Padre numa casa muito grande, de joelhos diante de uma mesa, com as mãos no rosto a chorar; fora da casa estava muita gente e uns atiravam-lhe pedras, outros rogavam-lhe pragas e diziam-lhe muitas palavras feias. Coitadinho do Santo Padre, temos que pedir muito por ele!”
Em 1944 Irmã Lúcia escreve e envia o 3º segredo ao Bispo de Leiria, que por sua vez é enviada à Nunciatura Apostólica em Lisboa, e finalmente ao Vaticano. De acordo com declarações da própria Irmã Lúcia, este segredo só poderia se tornar público a partir de 1960, o que ainda não se realizou.
Em 1967, o papa Paulo VI passa mal e desmaia após ler o terceiro segredo de Fátima, e é anunciada a decisão do papa de não revelar o segredo ao público.
O Papa João Paulo II em visita ao Santuário de Fátima, Portugal, em 13 de maio de 2000, com a finalidade de beatificar as duas crianças videntes já falecidas (Jacinta e Francisco), revela parte do Terceiro Segredo de Fátima. Em 26 de junho de 2000 finalmente a íntegra do texto de irmã Lúcia é divulgado pelo Vaticano. Abaixo segue o texto original da irmã Lúcia:
Imagens dos manuscritos originais dos Segredos de Fátima Primeira e segunda parte do « segredo » segundo a redacção feita pela irmã lúcia na « terceira memória », de 31 de agosto de 1941, destinada ao bispo de leiria-fátima
Terei para isso que falar algo do segredo e responder ao primeiro ponto de interrogação.
O que é o segredo?
Parece-me que o posso dizer, pois que do Céu tenho já a licença. Os representantes de Deus na terra, têm-me autorizado a isso várias vezes, e em várias cartas, uma das quais, julgo que conserva V. Ex.cia Rev.ma do Senhor Padre José Bernardo Gonçalves, na em que me manda escrever ao Santo Padre. Um dos pontos que me indica é a revelação do segredo. Algo disse, mas para não alongar mais esse escrito que devia ser breve, limitei-me ao indispensável, deixando a Deus a oportunidade d'um momento mais favorável.
Expus já no segundo escrito a dúvida que de 13 de Junho a 13 de Julho me atormentou e que n'essa aparição tudo se desvaneceu.
Bem o segredo consta de três coisas distintas, duas das quais vou revelar.
A primeira foi pois a vista do inferno!
Nossa Senhora mostrou-nos um grande mar de fôgo que parcia estar debaixo da terra. Mergulhados em êsse fôgo os demónios e as almas, como se fossem brasas transparentes e negras, ou bronziadas com forma humana, que flutuavam no incêndio levadas pelas chamas que d'elas mesmas saiam, juntamente com nuvens de fumo, caindo para todos os lados, semelhante ao cair das faulhas em os grandes incêndios sem peso nem equilíbrio, entre gritos e gemidos de dôr e desespero que horrorizava e fazia estremecer de pavor. Os demónios destinguiam-se por formas horríveis e ascrosas de animais espantosos e desconhecidos, mas transparentes e negros. Esta vista foi um momento, e graças à nossa bôa Mãe do Céu; que antes nos tinha prevenido com a promeça de nos levar para o Céu (na primeira aparição) se assim não fosse, creio que teríamos morrido de susto e pavor.
Em seguida, levantámos os olhos para Nossa Senhora que nos disse com bondade e tristeza:
— Vistes o inferno, para onde vão as almas dos pobres pecadores, para as salvar, Deus quer establecer no mundo a devoção a meu Imaculado Coração. Se fizerem o que eu disser salvar-se-ão muitas almas e terão paz. A guerra vai acabar, mas se não deixarem de ofender a Deus, no reinado de Pio XI começará outra peor. Quando virdes uma noite, alumiada por uma luz desconhecida, sabei que é o grande sinal que Deus vos dá de que vai a punir o mundo de seus crimes, por meio da guerra, da fome e de perseguições à Igreja e ao Santo Padre. Para a impedir virei pedir a consagração da Rússia a meu Imaculado Coração e a comunhão reparadora nos primeiros sábados. Se atenderem a meus pedidos, a Rússia se converterá e terão paz, se não, espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja, os bons serão martirizados, o Santo Padre terá muito que sufrer, várias nações serão aniquiladas, por fim o meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre consagrar-me-á a Rússia, que se converterá, e será consedido ao mundo algum tempo de paz.(7)
A terceira parte do segredo revelado a 13 de Julho de 1917 na Cova da Iria-Fátima.
Escrevo em acto de obediência a Vós Deus meu, que mo mandais por meio de sua Ex.cia Rev.ma o Senhor Bispo de Leiria e da Vossa e minha Santíssima Mãe.
Depois das duas partes que já expus, vimos ao lado esquerdo de Nossa Senhora um pouco mais alto um Anjo com uma espada de fôgo em a mão esquerda; ao centilar, despedia chamas que parecia iam encendiar o mundo; mas apagavam-se com o contacto do brilho que da mão direita expedia Nossa Senhora ao seu encontro: O Anjo apontando com a mão direita para a terra, com voz forte disse: Penitência, Penitência, Penitência! E vimos n'uma luz emensa que é Deus: “algo semelhante a como se vêem as pessoas n'um espelho quando lhe passam por diante” um Bispo vestido de Branco “tivemos o pressentimento de que era o Santo Padre”. Varios outros Bispos, Sacerdotes, religiosos e religiosas subir uma escabrosa montanha, no cimo da qual estava uma grande Cruz de troncos toscos como se fôra de sobreiro com a casca; o Santo Padre, antes de chegar aí, atravessou uma grande cidade meia em ruínas, e meio trémulo com andar vacilante, acabrunhado de dôr e pena, ia orando pelas almas dos cadáveres que encontrava pelo caminho; chegado ao cimo do monte, prostrado de juelhos aos pés da grande Cruz foi morto por um grupo de soldados que lhe dispararam varios tiros e setas, e assim mesmo foram morrendo uns trás outros os Bispos Sacerdotes, religiosos e religiosas e varias pessoas seculares, cavalheiros e senhoras de varias classes e posições. Sob os dois braços da Cruz estavam dois Anjos cada um com um regador de cristal em a mão, n'êles recolhiam o sangue dos Martires e com êle regavam as almas que se aproximavam de Deus.

A profecia da Grande Pirâmide

Talvez não seja a mais antiga nem a mais precisa das profecias. Talvez não, mas do que não cabe dúvida, é que se trata da maior e majestosa de todas elas e que permanecerá, resumida em pedra, soberbamente erguida, quando todos nós deixarmos de existir.

Foi construída durante o reinado de Quéops, que foi o segundo rei da quarta dinastia de Maneton, o número 28 dos faraós do Egito desde Menes. Nós o chamamos de Quéops porque assim a chamou Heródoto; mas também poderia ser denominada com qualquer de seus outros nomes: Saofis, segundo Erastótenes, ou Jufu, segundo a própria pirâmide; porque o nome autêntico da que hoje os bárbaros chamamos Grande Pirâmide era "O luminoso horizonte de Jufu".

Já passou muito tempo desde então, tanto que é difícil calcular: para uns, a maioria, foi construída 2.600 anos antes de Cristo; para outros, provavelmente melhor documentados, sua origem é anterior em 4.800 anos ao princípio da era cristã. Não faltam tampouco alguns românticos que a fazem tão velha como a Atlântida.

Hoje mede 139 metros de altura, mas inicialmente se levantava mais acima. Suas pedras são ordenadas em 203 fileiras, que deveriam ser 210. A pilhagem e a curiosidade dos ignorantes deste mundo consumiram irreparavelmente sua beleza, despojando-a de sua armadura de mármore.

Muito mais que um templo As pirâmides, como qualquer outro templo de antes e de agora, foram erguidas em honra de algum deus; mas esta, a Grande Pirâmide, parece ser algo mais, ao menos para os que opinam que em suas medidas está refletido o conhecimento de uma ciência incompreensível de seis ou sete mil anos.

Se dermos crédito ao que alguns cientistas afirmam, na Grande Pirâmide estão registrados dados surpreendentes como a lei de variação da obliquidade eclíptica, a lei de variação da constante de gravidade sobre a superfície da terra, a distância exata ao sol, a lei das variações periódicas das estações e da freqüência dos terremotos, a medida do ano solar, a medida do ano sideral e do ano anomalístico, as leis da precessão dos equinócios e a variação de longitude do periélio, etc. Se por alguma razão a pirâmide não dá a resposta precisa, sempre haverá fórmula de justificá-lo, como fez David Davidson com seu famoso "displacement factor", segundo o qual se é captado algum erro este seria atribuído aos construtores. O qual não deixa de ter um certo sentido tendo em conta de que o que hoje nos resta não são nem ao menos as dimensões originais e neste ponto a mais absoluta precisão é imprescindível.


Um passeio pela Grande Pirâmide:

Entramos pelo lado Norte, a uns 17 metros sobre o solo arenoso do deserto. Nos encontramos imediatamente na siringa, um corredor de 1,20 metros de altura e algo mais de um de largura, que submerge em um ângulo de 26°34' através de 97 metros de descida. Após um pequeno percurso em horizontal poderemos ao fim levantar a cabeça, chegamos à câmara inacabada na qual é encontrado um porão fechado que, bem seguramente, guarda importantíssimos segredos. Remontando novamente a siringa nos encontramos com a entrada do canal ascendente, que originalmente foi obstruído com enormes blocos de pedra, mas que algum rastejador acostumado teve a habilidade de esquivar abrindo um estreito túnel. Subimos uns 40 metros de igual inclinação e dimensões que o corredor que acabamos de deixar, até encontrar-nos em uma bifurcação: por um lado a grande galeria todavia em suspenso e pelo outro, um estreito corredor em horizontal que após outros 40 metros nos conduz à câmara da rainha, que deveria servir como morada escondida da parceira do faraó.


A grande galeria:

Retrocendendo o caminho, voltamos à grande galeria, com mais de 2 metros de largura e quase 9 de altura, com pedestais aos lados onde provavelmente repousavam as estátuas dos faraós antepassados de Quéops e que o tempo e os humanos se encarregaram de mudar de lugar. Se diz que estas figuras foram a origem do baralho de Tarô. Outro mistério para acrescentar à pirâmide. Após percorrer seus 46 metros, se chega a um pequeno patamar que dá entrada a um corredor que conduz à antecâmara, também chamada câmara dos rastelos pelo sistema de fechamento que havia para impedir o acesso à câmara do rei, construída em granito e surpreendente pela sua "nudez". Vejamos agora suas medidas: 20 braças de comprimento (10,48 metros ; 10 braças de largura (5,24 metros) e 5 x 5 braças de altura (5,85 metros).

Também aqui, como na câmara da rainha, existem dois canais de ventilação para a passagem da alma do faraó. Sem dúvida, o elemento mais importante desta câmara o constitui o sarcófago, um sólido bloco de granito de Assuan, escavado para permitir a colocação de um corpo em seu interior. Provavelmente esse sarcófago tão espartano somente serviu de morada à múmia real durante dois ou três dias, os necessários para as cerimônias rituais; mas se isto é assim, onde está o corpo de Queóps? É muito possível que o segredo esteja naquele porão fechado que se abria no solo da câmara subterrânea. Talvez através dele se pudesse chegar a outra câmara, a definitiva, escavada no mais profundo da rocha, sob a pirâmide; se é assim, o corpo do faraó que mandou construir a mais gigantesca das pirâmides continua dormindo seu sono eterno entre apertadas fendas por baixo do nível das águas do Nilo.


A Grande Pirâmide e as Profecias:

Como é fácil comprovar, a Grande Pirâmide é um ensinamento, poderíamos dizer um "Livro de pedra", no qual se encontra escrita a soma dos conhecimentos matemáticos e astronômicos, e está claro que ainda não foi totalmente revelado. Mas, segundo a tradição, transmitida por Massudi, o escriba copto, a Pirâmide também encerra "a história e a crônica dos tempos passados e dos tempos futuros e de todo acontecimento futuro que ocorrer no Egito". A essa investigação já se dedicaram os egiptólogos, com mais ou menos sorte, como agora veremos.

Mas antes de tudo, é preciso destacar umas palavras completas de sentido: "todo acontecimento futuro que ocorrer no Egito." E, até o presente, os egiptólogos tentaram penetrar no mistério das profecias referentes ao mundo e, especialmente à Europa, particularmente também ao futuro da França, Inglaterra e Alemanha.

Jamais se ouviu falar dos manuscritos encontrados pelos que, em primeiro lugar, tentaram violar os segredos do monumento, como o califa Al Mamún, que tentou entrar no século IX, mandando escavar uma passagem por não haver descoberto a verdadeira entrada da Pirâmide.

Cabe pensar, também, que próximos das primeiras pesquisas, pedras e blocos ficaram ligeiramente deslocados, fato que poderia falsear um pouco os cálculos. Segundo os egiptólogos, as profecias da Pirâmide tem a particularidade de indicar as datas de acontecimentos anunciados. Pelo contrário, são outras profecias as que anunciam os acontecimentos futuros, se bem que quase nunca dão datas exatas, nem sequer aproximadas.

É evidente para todos que se dedicam a resolver estes problemas que, sendo a Pirâmide um monumento geométrico, todas as suas profecias, todos os cálculos de tempo devem estar em forma geométrica.

Se for assim e se é certo que foi descoberto o sistema, este permitiria determinar as datas dos acontecimentos passados, presentes ou futuros, mas não a natureza desses acontecimentos, tal como os vemos ocorrer.

Para dizer a verdade, não se trataria exatamente de uma profecia, mas do anúncio de circustâncias inevitáveis, como são os movimentos cósmicos cujas repercussões humanas escapam à nossa ciência, o que não significa que escapassem à dos sábios que construíram a Pirâmide.

De todo modo, isso demonstra o quão problemático pode ser toda a interpretação atual.

Há aproximadamente um século, em 1865, Robert Menzies, ao falar desse problema "temporal", deu a idéia de que a disposição interna dos corredores e das câmaras poderia representar uma cronologia. Mas sendo de educação cristã, Menzies quis relacionar essa cronologia com a era cristã e chegou à conclusão que, medida em polegadas sacras, o comprimento da Grande Galeria representava nossa era. Inclusive achou que a primeira Passagem Baixa da Antecâmara representava o começo das grandes guerras e acrescentou as adversidades profetizadas pelas Sagradas Escrituras.

Outros sábios adotaram tal idéia, se bem que acrescentando suas próprias interpretações: Smith, Aldersmith, o coronel Garnier, Davidson, Habermann... todos trataram de enquadrar a topografia que planificavam com as datas importantes já conhecidas, a fim de poder indicar as datas futuras.

Mas vacilaram e andaram tateando sem saber se deviam fazer principiar a era cristã no nascimento de Cristo ou em sua crucificação. Duas datas que, naturalmente ninguém conhece com exatidão.

Apesar disso, em 1905, o coronel Garnier obteve 1913 como a data do começo da Grande Guerra Européia ou Primeira Guerra Mundial, o que se aproxima bastante à verdade. E publicou isso em sua obra A Grande Pirâmide, seu construtor e suas profecias.

Não obstante, segundo Habermann, a Pirâmide foi construída como uma "cronologia histórica destinada a assinalar profeticamente os sucessos mais importantes da história de Israel", coisa bastante difícil de admitir uma vez que as datas de 1939 a 1945 não estão indicadas nessa cronologia e, entretanto, a guerra dessa época foi uma das provas mais duras que os judeus tiveram que sofrer nos tempos modernos.

Georges Barbarin escreveu que "a cronologia da Pirâmide parece estreitamente ligada ao texto do Antigo e Novo Testamento". Ainda que isso pareça sujeito a uma grande cautela, colheremos de sua obra, o segredo da Grande Pirâmide, umas datas e estudaremos qual é ou pode ser o futuro. Segundo ele, o calendário da Pirâmide compreende seis mil anos, equivalente à totalidade da Era Adâmica.

Indica que o ponto geométrico A determina com precisão o equinócio de outono - no hemisfério norte - (22 de setembro à meia-noite) do ano 4000 a.C. Esse ponto ideal A parte das linhas dos corredores e do revestimento da Pirâmide, e, se fazemos partir a escala axial cronológica da Pirâmide, e, se fazemos partir a escala axial cronológica da Pirâmide desse ponto A, remonta a primeira Passagem Ascedente, a Grande Galeria e finaliza num ponto situado no centro da Antecâmara que corresponderia ao ano de 2001 de nossa era. Isso com a cronologia simbólica que está na linha quebrada desde a entrada exterior (ano 1345 do calendário da Pirâmide) até 1953, ao muro sul da Câmara do Rei.

Sempre segundo Barbarin, quando se chega à intersecção da Passagem Descendente e da primeira Passagem Ascendente, encontra-se uma data muito importante: é a do Êxodo de Israel, no dia 15 de Nissan, ou seja, em 4 de abril de 1486 a.C., e o ano 2513 da Pirâmide.

Bem, sabemos que em nenhum lugar da história do Egito menciona-se esse Êxodo de Israel que, certamente, aconteceu, mas, em relação ao Egito, foi um sucesso carente de importância. Exatamente como se um grupo de descontentes houvesse abandonado o país.

Naturalmente, cabe perguntar se não foi intencionalmente que os sacerdotes do Egito se calarem sobre esse assunto já que, a partir de Moisés, educado nos Templos como iniciado, levou consigo os mais preciosos segredos dos egípcios: suas ciências sagradas.

Podemos citar como exemplo a Arca da Aliança que tem, como vimos, a mesma capacidade que o cofre de granito vermelho da Câmara Real. Davidson e Aldersmith indicaram algumas datas transmitidas por Barbarin, como 02 de agosto de 1909: o czar Nicolas II passa revista naval de Cowes com o rei da Inglaterra Eduardo VII.

Sinceramente, não é possível crer que uma revista naval tenha a menor importância para a humanidade, como uma reunião de políticos em Londres, em 12 de dezembro de 1919.

E se, mais tarde, encontraram as datas da primeira guerra mundial, as de 4-5 de agosto de 1914 e 10-11 de novembro de 1918, datas estas sim importantes, não existe a menor indicação sobre a guerra de 1939-1945, que indubitavelmente foi algo muito mais importante que a revista naval de Cowes. Barbarin também escreveu:

"Do ponto de vista das pirâmides, a era cristã tem seu final com o teto da Grande Galeria, ou seja, a partir de 27-28 de outubro de 1912."

Ainda que seja um pouco surpreendente ver uma influência religiosa finalizar com o teto de uma galeria, inclusive na Grande Pirâmide, é evidente que o próximo milênio deve marcar o fim de nossa era e que a influência religiosa cristã encontra-se em vias de desaparecer desde o princípio deste século, em virtude de uma lei inevitável do ciclos que conduz a um eterno voltar a começar.
Voltando a Barbarin, que é que realizou o estudo mais sério das pirâmides até nossos dias, indica a data de 15-16 de setembro de 1936, e diz:

"A partir de 15-16 de setembro de 1936, a humanidade (?) mudará completamente de direção pela primeira vez desde a Passagem de Entrada e desde a primeira data da Pirâmide."

Com efeito, nesse local o corredor muda de direção.

"Nesta data de 15-16 de setembro de 1936 - acrescenta - sai-se do período geral do caos no qual estava desde 4-5 de agosto de 1914".

1936 foi, certamente, um ano importante da história do Ocidente, especialmente na Espanha, já que em 18 de julho desse ano começou a guerra civil espanhola, prelúdio do grande cataclisma que foi a segunda guerra mundial, mas não é possível dizer que a Europa surgiu do caos então, mas que se afundou mais nele mesmo.

"O muro sul da Câmara do Juízo das Nações - continua Barbarin - que corresponde a data de 1953 está, portanto, sob a ação direta de Mut- Sekhmet, deusa sangrenta da guerra inimiga dos homens, os quais mata sem piedade".

"É somente da entrada da Câmara do Rei (ou de 1953), que o tabuleiro político dos cincos continentes estará transtornando, e as peças aparecem nesse ponto misturadas, por isso todo incidente numa parte do mundo repercutirá imediatamente na outra metade."

Entretanto mesmo que consideremos a Grande Pirâmide como uma "cronografia histórica", não devemos esquecer que só fica assinalado "todo acontecimento futuro que ocorre no Egito."

Não obstante, há que considerar que tudo está, hoje, misturado no Oriente Médio, assim como todos os interesses de amigos e inimigos também o estão.

Poderemos ter certeza, deixando à parte o tom profético, que na Europa será sofrido o contragolpe do transtorno que, sem dúvida, acontecerá.

A título documental, observamos as próximas datas inscritas, ao que parece, na Grande Pirâmide: julho-dezembro de 1992, e dezembro de 2001.

Essas datas correspondem a outras profecias e, por outro lado, hoje sabemos que, efetivamente, 1992 é uma data de suma importância, por duas razões específicas, ao menos para os espanhóis e os americanos: 1992 é o ano das Olímpiadas celebradas na cidade de Barcelona e também é a comemoração do quingentésimo aniversário do descobrimento do continente americano por Cristovão Colombo. Ambas são datas históricas de grande destaque, especialmente a segunda.


Decifrando a profecia da Grande Pirâmide:

Para decifrar o enigma da Grande Pirâmide temos que dispor da chave, que é simplesmente a medida utilizada. Para os piramidólogos, a "braça sagrada" foi a unidade que presidiu a construção, e consideram que é equivalente à décima milionésima parte do raio polar da terra. Expresso em metros, a "braça sagrada" teria um comprimento de 0,635660, sensivelmente maior que a braça convencional, e por sua vez se dividia em 25 "polegadas piramidais". Temos de ter bem -presente que nada teria sentido se não nos servissemos destas magnitudes.

A história do homem se inicia na entrada da siringa; em uma data que se corresponderia com o ano 4.000 antes de Cristo, o ano zero da pirâmide. A partir daqui, polegada a polegada, estão refletidas zelosamente as datas destacáveis do caminho da humanidade.

Também a direção e dimensões dos corredores têm sua simbologia; assim, o primeiro tramo descendente está expressando a descida do homem, sua degradação, que encontra seu caminho de elevação no corredor ascendente.

E precisamente na intersecção de corredores descendente e ascendente onde está assinalada a primeira data importante, o ano 2.513,555469 da pirâmide, que corresponde com o 4 de abril de 1486 antes de Cristo, data do êxodo de Israel.


O nascimento e a morte de Jesus Cristo:

A partir desse ponto começa a marcha ascendente da humanidade, como se vê, multo relacionada com os acontecimentos vividos pelo povo judeu. Seguindo o corredor ascendente, símbolo do caminho para a luz espiritual, encontramos outra data fundamental: está situada um pouco antes de que o corredor se abra à grande galeria e corresponde ao ano 3.996 da pirâmide, o dia 15 do mês de Tisri (sábado, 4 de outubro, segundo o ano gregoriano) do ano 4 antes de nossa era; data que, segundo sustentam os piramidólogos, é a autêntica do nascimento de Jesus.

A grande galeria ostenta também o nome místico de "A época do Salvador da raça humana" e se inicia no dintel (verga superior de porta ou janela) deste espaçoso corredor com a data chave do cristianismo, 7 de abril do ano 30 do calendário juliano, momento da morte de Cristo. Não deve surpreender o fato de que Jesus Cristo seja um personagem chave nesta terminologia, pois é assegurado que os antigos sacerdotes egípcios conheciam as antigas profecias sobre a vinda do Messias ao mundo e parece que em base a elas elaboraram o culto a Osíris, que apresenta muitas coincidências com Jesus.


A câmara do rei:

Se a busca do espiritual por parte do homem está simbolizada na grande galeria, é justo que o final da busca coincida com o final desta. Ali se abre a entrada que dá passagem à câmara do rei.

A distribuição é a seguinte: primeiro, um corredor baixo e curto, que dá passagem à antecâmara ou câmara dos rastelos; desta, e através de um segundo corredor baixo, similar ao anterior, se passa à câmara do rei, chamada também "câmara do mistério da tumba aberta do Grande Oriente" ou "Juízo das Nações". Vejamos as datas situadas em cada um destes espaços.


A primeira guerra mundial:

A entrada do primeiro corredor baixo corresponde ao 4-5 de agosto de 1914, princípio das tribulações da época trágica da humanidade; o final do corredor assinala o 10-11 de novembro de 1918. Em continuação a essa data se abre a antecâmara, chamada também "A trégua do caos", simbolismo claro da relativa tranqüilidade que viveu o mundo após a primeira guerra mundial, uma trégua que dura o mesmo que o comprimento da antecâmara, até 1928, data que coincide com o princípio do segundo corredor baixo. Somente oito anos da história estão registrados neste corredor; os compreendidos entre 1928 e 1936, já que, coincidindo com este último ano terminam os corredores e se chega à câmara do rei, espaçosa e atormentada, cenário dos últimos acontecimentos da humanidade prévios ao final. Antes de penetrar nela convém assinalar a importância do ano 1936, data dramática para os espanhóis, que muitos avaliam como início efetivo da segunda guerra mundial, e que em qualquer caso é o início do fim.


Vivemos momentos de transição:

Não em vão, a câmara real, a qual se tem acesso depois desse 1936, recebe também o nome de "Retorno à verdadeira luz que vem do Oeste", ou o igualmente sugestivo "Sala de Juízo e da purificação das nações". E uma etapa estranha, inquietante, castigada de acontecimentos confusos. Nela, o homem parece despertar de um longo sono, mas com a angústia de ignorar onde abrirá os olhos e se o longo dia que começa será bom ou difícil. Se trata da convulsão ancestral que traz a mudança de era, neste caso a passagem de Peixes a Aquário. Tudo isto é certo, ou presumivelmente certo, mas não justifica a cronologia da Grande Pirâmide, já que, segundo o interpretaram os piramidólogos, essa época de mudança, de transição traumática, deveria ter concluído em 1962. Neste ano, sempre segundo os piramidólogos, deveria ter sido iniciada a reconstrução espiritual da humanidade, reconstrução que culminará no ano 2001. Ainda que dentro das interpretações piramidológicas exista desacordos. Não em vão a interpretação da lingua em pedra é difícil, para não dizer francamente subjetiva. Assim Davidson avalia em forma diferente as medidas da câmara real e atribui à época da desordem e desorientação uma duração desde 1936 a 2030, data na qual termina a mensagem da pedra.


2001-2030. O fim:

De certo, a mensagem da Grande Pirâmide se traduz em um fim do mundo situado entre os anos 2001 e 2030, bem entendido que esse fim não é total. Provavelmete, o término de uma etapa signifique a luta de duas ideologias, algo que já está acontecendo: o defrontamento entre os que se identificam com o passado e os que situam sua meta no imediato futuro, um enfrentamento sangrento, possivelmente catastrófico, mas não definitivo. Segundo a Grande Pirâmide, após a tempestade virá a calma, a ordem, o que é o mesmo, o nascimento de um homem novo, de uma espiritualidade nova. Assim, seja. E uma profecia muito completa; mas existem outras. Vejamos.


É, pois, uma Profecia?:

O que devemos pensar, por conseguinte, a respeito da Grande Pirâmida?

Primeiro, não há nenhuma dúvida que, de certa forma, a Grande Pirâmide é uma representação do globo terrestre, porque contém, pelo que sabemos, dois sistemas de geometria: um de geometria plana e outro de trigonometria (com o número Pi), assim como um de geometria espacial.

Por outro lado, o tempo e o espaço encontram-se tão intimamente unidos que é inconcebível que um possa existir sem o outro. O desaparecimento do tempo, se pudesse ocorrer, constituiria o imediato desaparecimento de tudo que ocupa o espaço e, portanto, o próprio espaço, já que toda a matéria, coisa demonstrada, que também era conhecida pelos sábios da antiguidade, não é mais que o movimento da energia.

Com a parada do tempo, cessaria o movimento, e também toda a matéria e, sem dúvida, inclusive a própria energia.

Daí deduzimos que o tempo deve ser considerado como uma qualidade do espaço, uma espécie de dimensão.

Disso se entende que toda delimitação do espaço, toda construção no espaço comporta uma inclusão do tempo.

Imaginemos, então, que um Iniciado fosse capaz de delimitar no espaço uma figura simbólica, mas real, do espaço ou do cosmos: obrigatoriamente ficaria inscrito nesse espaço o tempo desse espaço.

Em consequencia, todo acontecimento temporal que se situasse nesse espaço ficaria obrigatoriamente inscrito dentro dele mesmo. Em seu lugar espacial.

Se um homem, capaz de resolver esse espaço, o resolvesse, disso seguiria uma resolução do tempo.

Portanto, não é absurdo afirmar, a priori, que o passado, o presente e o futuro podem estar inscritos em um monumento. Mas a interpretação só é possível com a condição de que o interprete de tais inscrições seja tão sábio quanto aquele que sugeriu o problema, o que não ocorreu até hoje... ao menos pelo que se sabe oficialmente.

(extraído do livro: Profecias e Profetas - Hans Krofer)